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Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Me desculpem pela demora em escrever mais um post para vocês, mas eu tenho feito muitos trabalhos fotográficos e quando chego em casa ainda tenho de trabalhar mais uma vez, editando fotos! rs.

Hoje apresento a vocês o review de minha mais recente aquisição: O Cactus V5. Vejo como é difícil encontrar reviews pela internet em português. Ou você aprende inglês, ou fica esperando algum comentário de alguém experiente ou se baseia pela compra de terceiros, que as vezes não entendem muito, mas possuem o produto pela simples questão de ter. Eu tento ser o mais completo possível, mesclando linguagem técnica com a informal , para que as pessoas possam tirar todas as suas dúvidas da melhor maneira possível. Por isso estou escrevendo para você sobre o cactus V5, pois sei que esse é um dos melhores radio-flashes do mercado, com a melhor relação custo-beneficio.

O Cactus V5 foi lançado esse ano, e ganhou novas mudanças, que aperfeiçoaram mais sua construção e acabamento do sua performance em si (Que já é de muito boa qualidade desde a época do Cactus V2). Acredito que uma das melhores e mais drásticas inovações no Cactus V5 perante seus antecessores seja o “hibridismo” desse radio-flash: Enquanto que o V4 precisa do transmissor para trabalhar em conjunto com o receptor, o V5 possui os dois gêneros em um modelo só. Ou seja, você pode usar o seu transmissor para trabalhar como receptor e vice versa! a diferença entre o V4 e o V5 você pode ver na foto abaixo:

Comparação entre o os dois últimos modelos: No canto esquerdo, o modelo do Cactus V5; No centro e no canto direito, o transmissor e receptor do Cactus V4, respectivamente.

Mas a questão é: No que isso pode ajudar? Simples. Além de ter a opção de ter um flash funcionando direto da câmera, você pode ainda fazer com que duas ou mais câmeras operem transmissores diferentes, para o mesmo receptor, sem a necessidade de comprar mais um kit. Além disso, existe a possibilidade de conexão de dois flashes em um único receptor / transmissor, com o uso do cabo de sincronismo. São inúmeras as variações de uso desse novo modelo, que vai ao gosto e criatividade de cada um.

Existem outras inovações que também melhoraram o design do V5, que não estão ligadas diretamente a sua funcionalidade, mas sim a segurança e ao conforto.

Eu tenho os dois modelos do Cactus, o V4 e o V5. A primeira vez que usei o V5, a primeira palavra que veio a minha mente foi “segurança”. Pesado, robusto e bonito, o V5 possui um acabamento que dá mais credibilidade ao produto, um ponto em que os criadores do Cactus focaram com vigor.  Apesar de ainda ser feito em material plástico, a dureza do material mostra que o material escolhido para acomodar os compartimentos foi feito e construído com muito mais cuidado e precisão do que o V4, que dava a sensação de que iria “quebrar” em sua mão a qualquer momento.

O compartimento para as baterias também sofreu uma drástica mudança. No V4, as pilhas deveriam ser colocadas na parte inferior, ou seja, na parte que ficaria para baixo. O acabamento frágil fazia com que a tampa do compartimento saísse junto com as pilhas em um simples esbarro. Já perdi a conta de quantas vezes eu fiquei procurando a tampa do receptor e as pilhas…

No Cactus V5, a estória muda: O compartimento se aloja na parte de trás do modelo, e não embaixo (vide foto abaixo). Para abrí-lo, simplesmente “empurre” a porta do compartimento das baterias e retire a capsula para colocá-las. Depois é só empurrar novamente até o fundo, sem se preocupar com a possibilidade de se abrir em qualquer momento, pois ela fica confortavelmente presa no interior. Mais prático que isso, impossível!

Outro ponto a se comentar com relação a segurança do acabamento envolve o flash da Nikon, o SB-600. Eu tinha um grave problema quando o usava em conjunto com um dos receptores do Cactus V4: Pela fragilidade do acabamento deste, O SB-600, mesmo com o lock, não permanecia firme, o que fazia com que ele disparasse sem parar, fazendo-o congelar, tornando impossível o seu controle. Para resolver o problema, eu tinha que retirá-lo da posição lock e do receptor, assim ele voltava ao normal e poderia desligá-lo. Então eu o colocava em outro receptor. Algo que exigia tempo, mesmo que pouco, algo que é crucial em trabalhos fotográficos.  Já com o V5 eu não possuo nenhum problema deste tipo, nem com o SB-600, nem com qualquer outro flash. Fiquei impressionado com o controle de qualidade, algo que não existia no modelo anterior.

Outro fator que achei muito interessante foi a adição de um suporte para o radio flash (vide foto anterior), uma espécie de “pé”, onde pode sustentá-lo num batente, numa cadeira ou qualquer outra superfície plana paralela ao chão. Na verdade, esse tal suporte também serve para qualquer flash, já que ele possui uma entrada de sapata fria. Simples, mas útil.

A qualidade na performance continua a mesma de sempre. Em todos os disparos que já dei, ela não falhou uma única vez, seja com o flash na sapata ou conectado ao cabo de sincronismo (teste feito com transmissor e dois receptores). A duração da bateria é bem satisfatória: já dei mais de 1000 cliques com as pilhas (alcalinas) que vieram com o kit e elas ainda não estão nem perto de se esgotarem.

No entanto, ainda há pequenos pontos que não são graves, mas que podem ser melhorados. O dial para a escolha de um dos 16 canais, que fica no lado direito do radio flash pode ser facilmente movimentado com um simples esbarro e o espaço entre o dial que prende o radio flash e a sapata da câmera poderia ser maior, pois há uma dificuldade de apertá-lo ou soltá-lo para quem possui dedos grandes. Fora isso, nada a reclamar. Para alguns, a incompatibilidade com a função TTL pode ser um problema. Como eu trabalho com a câmera e os flashes  em modo 100% manual, o uso do TTL é praticamente nulo. Mas para quem necessita da função TTL e possui uma verba maior para gastar com radio flash, as melhores opções a seguirem seriam os modelos  Pixel Knight e Pocket Wizard. Tenham em mente que esses modelos citados são difíceis de encontrar no Brasil, são muito caros e que são compatíveis com um número restrito de flashes com o uso da função TTL.

Em suma, o Cactus V5 é uma ótima ferramenta de trabalho, durável e resistente, e que pode te oferecer mais opções e variabilidades de iluminação do que você pensa. Coloque sua prática e sua criatividade em dia e veja que você tem item potente em mãos.

Eis as especificações:

  • Frequência de radio: 2.4GHz;
  • 16 canais selecionáveis;
  • Velocidade de sincronismo suportada: até 1/1000 segundos (varia de acordo com o limite da velocidade de sincronismo da câmera);
  • Compatível com todas e quaisquer cameras DSLR e SLR  com entrada de sapata comum ou saída para cabo de sincronismo;
  • Compatível com flashes portáteis e flashes de estúdio;
  • indicador de bateria fraca;
  • área efetiva de alacance: 100 metros (328 pés);
  • temperaturas aceitáveis: -20°C até 50°C (-4°F até 122°F);
  • Voltagem do flash: até 300V;
  • voltagem da câmera: até 6V;
  • Alimentação: 2 pilhas tamanho AAA 1.5V;
  • porta de conexão: 3.5mm (1/8″) mono mini-phone;
  • peso: 58g;
  • O que vem incluso no kit:
    • 2 transmissores/receptores Cactus V5;
    • 2 suportes (FS-5);
    • Cabo com plug de 3.5mm  (CA-350);
    • Adaptador com plug de 6.35mm  (PA-635);
    • Cabo de cincronismo (CA-100);
    • Quatro pilhas tamanho AAA;
    • Manual do usuário (em inglês).

Onde Comprar:

Atualmente, não há nenhuma loja que venda o Cactus V5 no Brasil. Mas existem vendedores independentes no Mercado Livre que vendem o Cactus V5, trazendo-o do exterior para comercializá-lo aqui. Apesar de ssair um pouco mais caro do que o normal, a entrega é mais rápida do que se pode imaginar. Um dos vendedores que eu recomendo é o Igor Fernando, de São Paulo, e o link para o Cactus V5, vendido por ele, pode ser visto aqui (O link estará disposto até o anúncio ser finalizado, é só procurar pelo mesmo produto pelo sistema de busca do mercado livre e um novo anúncio do mesmo produto pelo mesmo vendedor provavelmente estará lá.). O Igor possui várias qualificações positivas. Comprei o Cactus V5 com ele. No primeiro dia já negociávamos a compra e no mesmo dia a efetuei. No segundo dia depositei o dinheiro e um dia após o depósito o produto, entregue via Sedex, já estava em minha casa. Tirou todas as minhas dúvidas e foi muito paciente. Podem comprar com ele sem medo!

Bom, pessoal, é isso! Espero que tenham gostado deste review e lembrem-se: Fiquem a vontade para fazer perguntas, dar opiniões, sugestões ou reclamações. O blog é feito especialmente para vocês!

Beijos e abraços a todos!

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Olá pessoal, uma boa tarde para todos!

Me desculpem pela demora em escrever um post novo… Mas é que eu estava sem idéias para serem postas aqui… até que lembrei que não encontramos muitas coisas básicas (e em português) sobre o Photoshop e suas ferramentas.. então hoje decidi escrever sobre isto, utilizando de exemplos que podem auxiliá-los a melhorar o uso! Explicarei cada função das ferramentas que nós, fotógrafos, mais usamos ou precisamos usar. Todas as ferramentas aqui citadas estão presentes nas versões CS do Photoshop (CS2, CS3, CS4 e CS5), que são os que eu já usei e que uso atualmente. Todos em inglês.

Para que você use as ferramentas com mais eficiência e sem se preocupar em errar, é necessário que duplique a camada, ou melhor, duplique a foto, pois assim você é capaz de usar a máscara de camada sem se preocupar em “Rasurar” a foto original, caso queira retornar de algum parâmetro aplicado que seja desnecessário ou não lhe agrade.

Layer Mask: O Layer mask (ou máscara de camada) é quase que uma obrigação de uso. Simplesmente pelo fato de você poder corrigir pontos específicos da foto em conjunto com ferramentas que corrigem a foto por inteiro. Ela funciona de duas formas: Com a máscara de camada branca (normal) você aplica os efeitos desejados em toda a foto e apaga -com a borracha- o efeito em uma parte em que queira que permaneça “intacta”. Com a máscara de camada negra (invertida), você faz a foto voltar ao normal, como se os efeitos não tivessem sido aplicados e, com o pincel, seleciona as partes da foto em que deseja que o efeito seja mantido.  Um exemplo: Há um estouro de branco em uma parte da foto e você não gostou. Vá até a ferramenta Shadows/Highlights (a qual explicarei sua função mais adiante), e depois aplique a máscara de camada. Ao invertê-la, toda a foto volta ao normal e, com o pincel, você é capaz de acionar o efeito da ferramenta nas partes em que você acha necessário.

Spot Healing Brush tool e Healing Brush Tool – Talvez seja as ferramentas “Queridinhas” dos fotógrafos. Sua função é retirar as manchas presentes no rosto ou no corpo do modelo, assim como alguns pontos indesejáveis no restante da foto. Ele simplesmente copia uma parte da área próxima do ponto selecionado a ser retirado e o transpõe para este. Assim como toda ferramenta do photosohop, ela é totalmente customizável, podendo modificar a opacidade, a dureza e o raio da área a ser copiada. Atenção para alguns pontos desta ferramenta: Ela não funciona muito bem se usada próxima a arestas, pois ela pode acabar copiando uma parte desta, algo que você pode não querer. Neste caso, a melhor ferramenta a ser usada é a Patch Tool (a qual explicarei mais adiante). Outro ponto a ser falado é com questão a manchas muito pequenas. Para para que o trabalho seja feito com cautela e precisão, nestes casos, é necessário que o zoom da imagem seja algo em torno de 200% ou mais, se necessário. Veja no exemplo dado a diferença na testa da modelo, após o tratamento. (Clique na imagem para melhor visualização)

Patch Tool – Esta ferramenta é comumente usada para clonar uma parte da foto e transpô-la para um outro lugar que você queira. Você pode usá-la de duas formas: No modo “Source”, você escolhe a área que deseja clonar e a carrega até o local desejado. Já no modo “Destination” você escolhe a área a ser modificada e carrega a seleção até um local onde seja compatível (uma seleção continua no mesmo lugar, sendo possível visualizar a modificação). Parece uma ferramenta simples, mas o grande barato está no fato dela clonar a área desejada e adequá-la de acordo com as cores e os tons do destino desejado, sem deixar artificial, e o melhor: Você escolhe a área a ser copiada, e não funciona como algo totalmente automático, tendo mais chances em obter o resultado que você deseja, sem errar muitas vezes. É altamente eficiente para retirar olheiras e grandes manchas na pele. Atente nas olheiras da modelo no exemplo abaixo, e como elas ficaram após o uso dessa ferramenta. (Clique na imagem para melhor visualização)

Clone Stamp Tool – É interessante perceber como as algumas ferramentas do photoshop parecem ter a mesma função, mas funcionam diferentemente umas das outras. O clone Stamp Tool pode funcionar da mesma forma que as ferramentas anteriores, mas ele é mais preciso para backgrounds homogêneos, ou seja, locais da foto onde não tenham tantos detalhes, como um fundo branco ou de qualquer outra cor onde tenha uma pequena mancha que precisa ser retirada, por exemplo, e locais onde tenha muitas informações parecidas umas com as outras. Também é indicado para olheiras, pois ao escolher um área clara da pele, diminuindo a opacidade da ferramenta, é capaz de deixá-la clara, sem parecer artifical. Veja no exemplo abaixo como o Clone stamp tool pode ser usado: as pessoas ao fundo da praia distrairiam a atenção do observador. Então usei-o de forma a eliminá-los totalmente da foto. (Clique na imagem para melhor visualização)

Shadows/Highlights – Sua foto está muito branca ou muito escura? Com esta ferramenta, é possível recuperar que foram expostas erroneamente, ou áreas específicas da foto que estão claras ou escuras demais. Para isto, é necessário que a foto esteja no formato .RAW ou .TIFF. pois são tipos de arquivos de imagem que retém mais informações nas áreas mais claras ou mais escuras de uma foto, produzindo menos ruído. Tente não exagerar corrigindo as sombras e os estouros, pois a foto pode acabar se tornando artifical demais e com excesso de ruído. Em conjunto com a máscara de camada (layer mask) é uma poderosa ferramenta de correção, sendo possível corrigir partes específicas, e não a foto ao todo, como já havia citado. No exemplo abaixo, eu corrigi apenas um pequeno estouro na blusa e no rosto da modelo (clique na imagem para melhor visualização):

É isso galera! Fiquem ligados pois no próximo post irei explicar mais sobre as outras ferramentas do Photoshop. Não deixem de comentar, sugerir, reclamar, pois o blog é feito especialmente para vocês!

Espero que tenham gostado! Beijos e abraços a todos!

 

 

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Boa noite galera!

Venho com mais um post para vocês, dessa vez para fazer um review de uma sombrinha que comprei ontem! Estava tão animado para fazer este post, pois quase não vejo algo completo sobre essas sombrinhas, ainda mais em português… então fico contente por ser um dos poucos que possa falar com clareza sobre a verdadeira utilidade dessas sombrinha, chamadas de sombrinha soft difusora.

No mercado, existem vários tipos de sombrinhas, entre rebatedoras, difusoras, brancas pretas, pratas, douradas… Mas essas que apresento pra vocês possuem efeitos diferentes das que estamos acostumados a ver e/ou usar.

Chamo-as de “sombrinhas com duplo filtro”, pois a engine dela é possuir mais de um difusor, permitindo o uso de uma luz mais suave que as sombrinhas comuns. Elas vêm com dois nomes e características diferentes: As sombrinhas soft difusoras, compostas de uma sombrinha difusora e um rebatedor localizado atrás da sombrinha, preto/branco ou preto/prata; Já as sombrinhas soft funcionam como um rebatedor de luz, com um difusor translúcido atracado entre o flash e a sombrinha. Você pode ver as diferença entre as duas na foto abaixo:

Eu comprei apenas a sombrinha soft difusora, e como tenho uma sombrinha difusora – e não encontrei nenhuma foto como referência para o efeito de luz que estas sombrinhas proporcionam – eu resolvi fazer um comparativo entre o efeito das duas, caso haja alguma dúvida entre os leitores que queiram adquirir uma sombrinha desse tipo.

Deixe eu falar sobre o produto que adquiri: Veio em uma embalagem translúcida plástica, com fecho de velcro, confortável para abrir e fechar. a sombrinha foi bem construída, com acabamento e construção muito bons, dando a sensação de uma duração prolongada (Infelizmente não veio com o nome do fabricante, já que comprei usada, e o antigo dono também não sabia).Aqui no Brasil você não encontra uma sombrinha desse tipo por menos de 250 reais, enquanto que no E-bay você encontra facilmente por menos de 100 reais. Felizmente eu consegui adquirí-la por 120 reais!

Muitos sites em inglês afirmam que essas sombrinhas funcionam como uma espécie de soft box. O soft box também possui dois filtros de luz, deixando a luz e as sombras ainda mais suaves. As sombrinhas soft e soft difusora também possuem dois filtros,  mas apenas a primeira, ao meu ver, funciona como um soft box, já que a luz do flash rebate na parte branca/prata, e depois é novamente filtrada ao passar pelo difusor, tal como acontece com o soft box, onde a luz do flash passa por dois difusores antes de chegar ao objeto. Não sei realmente como funciona a engine da sombrinha soft difusora, mas tenho 3 hipóteses:

1- O estouro de luz é tão forte e tão próximo ao rebatedor que, mesmo que o flash não esteja voltado para o rebatedor, este é capaz de refletir a luz, assim passando pelo difusor.

2- Uma pequena parte da luz que é difundida, é também refletida, indo para o rebatedor e depois voltando. Pouco provável, mas é uma hipótese (risos).

3- Uma parte da luz que sai do flash literalmente “bate” no rebatedor e depois volta para o difusor. Também pouco provável, pois o ângulo de propagação da luz do flash controlado através do “zoom” do mesmo pode não ser suficiente para chegar até o rebatedor, posicionado atrás do flash.

Outra coisa a se reparar é a sua potência: O soft box gera uma luz suave, porém em menor intensidade, devido aos filtros duplos. É certo de que o mesmo pode acontecer com a sombrinha soft. A sombrinha soft difusora, ao invés de diminuir a intensidade da luz, apenas a tonifica, já que a luz passa direta e somente no difusor, com o rebatedor funcionando apenas como “complemento”, gerando mais luz difusa para ser passada ao objeto. O resultado chega a ser mais satisfatório do que com uma sombrinha difusora comum. Fiz alguns testes comparando as duas, e pude chegar a essa conclusão, através das fotos que irei mostrar a vocês. Usei três tipos de velocidades com um flash SB-28, da nikon: 1/200 que é a velocidade máxima de sincronismo; 1/125, que é a velocidade máxima padrão para flashes de estúdio; e 1/20, que foi uma velocidade baixa usada para demonstrar como elas se comportam com uma luz ambiente maior. Os outros parâmetros usados na câmera Nikon D90 e no flash foram os mesmos: ISO 200, f/2.8 e White Balance para 5500K, enquanto que o SB-28 estava a 5 pés de distância do objeto, com potência a 1/64 e zoom head a 24mm. Nenhuma das fotos passou por qualquer tipo de tratamento ou retoque. Eis os resultados. (Clique nas fotos para melhor visualização)

Conforme você pode perceber claramente, a intensidade da luz é maior com a sombrinha soft difusora do que com a comum, mas não é só isso. Reparem nas sombras, como são menos escuras com a primeira, e como a luz é melhor distribuída, resultando em um objeto melhor iluminado, dos pés a cabeça, devido a dispersão da luz no interior da sombrinha. para fotos externas de sol intenso, acredito que ela seja ótima para usar aberturas maiores, devido a maior intensidade da luz emitida por ela. Creio que para o preço que paguei, e para os resultados que obtive, ela é bastante satisfatória!

É isso aí pessoal, espero que gostem! Critiquem, dêem opiniões, sugestões… comentem! O blog é para vocês!

Beijos e abraços a todos, e até a próxima!

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Olá pessoal, uma boa noite!

Eu sei, mais um mês, e mais uma demora para postar… não tem sido nada fácil esses dias… estudando muito, trabalhando muito… mas também não posso reclamar, não é? Só espero que vocês tenham paciência comigo… (risos)

Então, Nesse post eu irei explicar a vocês como foi feito o editorial de moda que realizei há semanas atrás para o portfolio de dois grandes feras da moda e maquiagem que eu conheço: Izi Vieira (produtor de moda) e Everson Rocha (maquiador).

Muita gente me pergunta como esses editoriais são feitos. Inclusive um amigo meu pediu para que fosse assistir um outro editorial que realizei quarta-feira passada, pois há uma certa dúvida entre os fotógrafos em como todo o processo é construído. Mas não há mistério.

Bom, o Maquiador entrou em contato comigo pedindo para eu fazer as fotos de um modelo da agência 40 graus models. Eu entrei em contato com o produtor e ele deu a idéia do editorial, com um tema relacionado a praia. Pois então, aproveitei o inverno do mês presente para fazermos fotos com roupas que misturassem casualidade praiana com roupas que remetssem a idéia de inverno, como casacos e jaquetas. Pesquisei todas as fotos-referências no google, passei para o produtor e ele se encarregou de arrumar os looks (combinações de peças de roupas).  O maquiador já sabia exatamente como deveria ser a maquiagem para o tema, algo básico para modelo masculino. O processo prático é basicamente assim que funciona: Constrói-se um tema para que o produtor possa arrumar os looks apropriados para este, assim como você também pode arrumar referências para o maquiador, dependendo da complexidade do caso. É realmente indispensável uma equipe para estes casos, no mínimo 2 pessoas junto com você, como foi no meu exemplo. Mas pode-se trabalhar com mais pessoas, dependendo da sua necessidade: Assistente de fotografia, diretor de arte, cabeleireiro, assistente de produção, assistente de maquiagem, etc. Mas lembre-se: Quanto mais pessoas trabalhando, mais organizado deve ser o seu projeto ou sua idéia, para que as pessoas se situem e saibam exatamente o que devem fazer. Uma coisa que sempre funciona comigo são os papéis: Eu imprimo todas as referências em imagem de maquiagem e produção dos looks, baseados no meu tema, e escrevo uma ementa do que exatamente o projeto consistirá, o seu nome, onde será, quando irá acontecer, e as pessoas que estarão inclusas, cada um com sua função. Entregue tudo em um envelope para cada membro da equipe. Isso te ajudará a se organizar e a mostrar mais clareza sobre o que quer, para quem trabalhará com você.

No mais, contato é tudo. Se você quer realmente ingressar na área de editoriais de moda, deve estar sempre junto de fotógrafos quejá trabalham neste ramo. Assim, você conhecerá outras pessoas, se familiarizará com a equipe e com o ritmo do processo, gerando uma cadeia de contatos. Você mostrará seu trabalho e outras pessoas podem gostar, e assim te quererem como contato, e assim sucessivamente. Mantenha um perfil em uma mídia social, estude, atualize sempre seus trabalhos com novos trabalhos e seja sempre gentil e prestativo. Essas são a chave para que você consiga novos trabalhos e seja (bem) conhecido no mundo da fotografia de moda.

Voltando as fotos…

Domingo passado fui a Copacabana tirar umas fotos para atualização do portfolio de um modelo de uma agência que o produtor e o maquiador conheciam. O clima foi muito agradável e extrovertido.

Ao longo do caminho para a praia, onde iria tirar as fotos, me deparei com um pequeno problema: Distraidamente, conversando com a equipe, esqueci que os flashes estavam no carro, sendo que o carro estava estacionado a alguns quilômetros de onde estávamos. Bateu aquela preguiça de voltar e pegar os tripés gigantes com os flashes e as sombrinhas… Então decidi que deveria arriscar a fazer todas as fotos com luz natural naquele exato dia, algo que eu nunca havia tentado antes! Por sorte, os grandes prédios na beira da praia de Copa bloqueiam a luz da tarde que desce de frente pro horizonte, o que deixou a praia com uma sombra bastante uniforme, ao mesmo tempo, sem deixar o ambiente muito escuro a ponto de me forçar a baixar demais a velocidade ou aumentar demais o ISO. Como eu tinha essa vantagem em mãos, eis o que fiz: Aumentei o valor da exposição para +1, fotometrando sempre no rosto do modelo, com a abertura máxima e velocidades rápidas, resultando em fotos claras e sombras não muito escuras, exatamente do jeito que queria. Não me importei com a exposição do céu, pois além de não ter os flashes em mãos, a real intençao de um editorial é mostrar os looks e/ou o modelo.

Todas as fotos foram tiradas no formato .RAW, convertidas para o formato .TIFF, tratadas primeiramente e retocadas no Photoshop CS4, com um tratamento fina no programa DxO Optics Pro.

Eis Aqui os Resultados.

 

É isso galera, espero que tenham gostado! Lembrem-se sempre de comentar, reclamar, sugerir, dar dicas. Não canso de repetir: O blog foi feito especialmente para vocês!

Beijos e abraços a todos!

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