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Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Eu sei, eu sei… Sei que estou sumido há um bom tempo e a um tempo que eu não atualizo meu blog! Me perdoem, mas foi por uma boa causa! Graças a Deus eu tenho trabalhado bastante, e isso tem consumido demais o meu tempo, me impossibilitando de escrever os textos gigantes que disponibilizo aqui para vocês (risos). Mas hoje eu resolvi tirar um tempo para escrever sobre minhas novas aquisições: 2 flashes portáteis da Yongnuo que tem feito bastante sucesso por entre os fotógrafos amadores… e profissionais também: Os YN-560.

O Yongnuo YN-560 talvez tenha essa repercussão toda por 3 palavras que o define muito bem: Praticidade, potência e acabamento.

Após todos os testes possíveis que eu poderia fazer com os flashes, eu resolvi escrever esse review para vocês, detalhado e bem explicado, para que vocês possam tirar todas as suas dúvidas.

 

O flash veio dentro da caixa, com manuais, o mini suporte, e com a bolsa de veludo (muito bonita por sinal). Sem nenhum tipo de defeito de fábrica, com todos os controles funcionando perfeitamente, e sem nenhum tipo de componente mal acabado ou construído. Tudo nos conformes. O manual vem em duas línguas: Chinês e inglês (mal escrito, por sinal), mas é de fácil entendimento para quem não entende muito bem as duas línguas.

Quando o peguei na mão, eu senti a mesma coisa que senti quando peguei o Cactus V5. A evolução que sinto no acabamento e na construção desses acessórios, assim como o tipo de material usado para tal, é absurda. Essa não era a primeira vez em que eu havia usado um flash portátil da Yongnuo. A minha primeira experiência foi com o YN-465, e o meu principal medo era de que ele poderia se esfarelar em minha mão ou no tripé a qualquer momento toda vez em que eu o movia de um lado para o outro. A cabeça do flash “craquelava” toda vez que eu o movia. Ainda assim, ele funcionava perfeitamente, sem falhar uma única vez, embora não fosse tão potente quanto o YN-560. Não senti esse desleixo na construção do YN-560 uma única vez, muito ao contrário. É robusto e confortável, além de transmitir confiança, segurança. Até a porta do compartimento das pilhas dá uma sensação de confiabilidade, de que não vai se abrir a qualquer momento.  Posso dizer que, em termos de construção, ele se comporta melhor do que o antigo flash da nikon que eu possuo, o SB-28 (lógico que a diferença de idade de lançamento ultrapassa 10 anos, mas sabemos que a nikon é uma marca renomada e que poderia construir um flash com um “corpo” mais confiável).

Além disso, ele também possui entrada para cabo de sincronismo e para carregador, ótimo para quem trabalha em estúdio!

Bom, passado o momento de “vislumbre visual”, encaixei as pilhas recarregáveis da Sony no compartimento e o liguei. O flash demora um pouco mais de um segundo para ligar: Você tem de manter o botão de ligar/desligar pressionado e esperar todas as luzes acenderem para saber que ele está ligado ou desligado, e isso é chato, demorado. Mas não é algo de grande incômodo, se você não for um cara extremamente apressado (risos). Após ligá-lo, esperei o flash carregar toda a sua potência (1/1) e comecei a fuçá-lo antes de fazer ele sofrer. Os controles são de fácil entendimento. Eu pensei que iria sentir falta do painel digital, mas não senti, mesmo que não haja uma forma de calcular o número-guia no próprio, como acontece com o meu SB-28, onde eu informo a potência, a abertura e o ISO usados e ele automaticamente já me dá o número guia, em metros ou em pés. De qualquer forma, no manual existe uma tabela com os números-guia para cada distância de propagação da luz do flash usada.

O uso de cada função do flash é bem simples. Nos controles de Zoom, você ajusta o ângulo de propagação da luz (de 24 até 105mm); no botão Sound, você liga ou desliga o som que o flash faz toda vez em que este está carregado e pronto para ser disparado novamente (Muito útil por sinal); Já os botões centrais, de direita/esquerda/cima/baixo, ajustam a potência e também realizam micro ajustes. Por exemplo: Ao apertar os botões direito/esquerdo, você ajusta a potência em cargas inteiras, como 1/1, 1/2, 1/4, até 1/128; Já ao apertar os botões cima/baixo, você realiza micro ajustes na potência em questão. Funciona como uma compensação de exposição, função que existe em uma câmera. Por exemplo: se você acha que a potência de 1/2 não é suficiente para o que você quer, mas acha que 1/1 seria potência demais, você pode realizar micro ajustes, que aumentam a a potência em pequenos valores, como + 0,2, +0,4, +0,6 ou +0,8. Para cada potência, você tem a opção de 4 micro ajustes, para mais, e 2 micro ajustes, para menos. Interessante, não?

Agora vamos aos testes sobre a performance do YN-560.

Antes de tudo, Devo esclarecer uma coisa: O YN-560 é um flash temperamental. Então você deve ter paciência com ele. Muita. Explicarei mais adiante sobre isso.

Ao ligá-lo para disparar, já o submeti ao teste extremo de tortura. Coloquei na potência máxima, em 105mm, e mandei ver. É incrível a velocidade de recarga do flash na potência máxima, que varia entre 2 e 3 segundos (No manual eles estipulam um tempo entre 3 e 4 segundos, mas consegui um tempo menor com as pilhas 2100 MaH da Sony, totalmente carregadas – o tempo de recarga é tão que, de acordo com o manual, com pilhas totalmente carregadas, é capaz de se obter 8 fps em uma potência de 1/8). Ainda com a sombrinha soft difusora, em potência máxima e com a abertura em f/16, eu consegui uma distância considerável do objeto, sem me preocupar tanto sobre o objeto estar bem iluminado ou não! Impressionante! Usando os dois flashes em conjunto, eu consegui criar uma explosão nuclear, praticamente (risos)!  Posso dizer que a potência desse flash é suficiente para iluminar uma pessoa em um dia de sol escaldante a uma distância considerável, onde normalmente se usa de f/11 a f/16, ou até menor, dependendo do ambiente.  Ele é, de longe, um dos flashes mais potentes do mercado, perdendo apenas para o novo Canon EX-600. Para se ter uma idéia, enquanto o Nikon SB-910 possui uma potência equivalente a 111 pés em 35mm e em ISO 100, o YN-560 funciona a 127 pés em 35mm e em ISO 100, o que é de fato uma diferença bem considerável e que pode te dar uma potência extra para uma maior distância do objeto, quando necessário.

Mas o que realmente me assustou foi o extremo consumo da bateria. Coloquei um outro set de pilhas totalmente carregadas da philips (2700 Mah) para fazer o teste de duração da bateria, alternando em potências de 1/1, 1/2 e 1/4 e se dei mais de 100 cliques, foi muito. Então prepare seu estoque de pilhas, pois esse flash tem o consumo muito alto. Só na potência 1/1, então…

Agora vamos a maior problemática da estória. Como eu disse anteriormente, o YN-560 é temperamental, até demais. E isso acontece devido a um problema chamado superaquecimento.

Muitos blogs e usuários brasileiros falam que o YN-560 é ótimo, mas não conhecem o problema do superaquecimento por não obterem esse tipo de resultado fazendo testes extremos, como eu fiz, especialmente para relatar a vocês aqui. Eu fiquei extremamente curioso em saber como um flash tão potente não tinha o problema de superaquecimento relatado por usuários brasileiros. Então resolvi fazer o teste por conta própria: Coloquei pilhas totalmente carregadas e comecei a apertar o botão de teste a potência de 1/1 feito um louco. Mal o flash carregava e já estava disparando e, após 19~25 disparos, o flash apitava e simplesmente parava de funcionar, voltando ao normal depois de 3 minutos ou um pouco mais. Em 1/2 também aconteceu a mesma coisa, depois de 36~40 disparos.

Outro caso intrigante foi a demora repentina de recarga do flash em potência 1/4, mas sem que as pilhas dessem um sinal de estarem descarregando por completo. Isso acontece também se você disparar em curtas pausas entre uma foto e outra. Quando fui trocar as pilhas por outro jogo, elas estavam quentes demais. Esperei pelo dia seguinte e recoloquei as pilhas, que estavam funcionando normalmente, sem sinal de descarregamento.

Mas não entrem em desespero: O flash só ficará desse jeito se você disparar feito um louco.  fora isso, ele funciona perfeitamente. Até no sol escaldante ele não deu sinal de superaquecimento. Falo isso pois tive uma péssima experiência com o YN-565EX em uma externa. Neste dia, o calor estava insuportável. Coloquei as pilhas no 565, disparei o flash umas 8 vezes e… ele simplesmente parou de carregar! Depois de 8 minutos, ele voltou ao normal. Embora seja um flash completo, com TTL e painel digital, ele não funciona em outdoors, pois aquece com facilidade. Embora o 560 seja um flash totalmente manual, ele só dará problemas em casos extremos, mas não é voltado para eventos por não ter a função TTL.

Conclusão:

O YN-560 é um flash robusto, durável, prático, eficiente e confiável. Ele é ótimo pelo seu custo-benefício, e é capaz de agradar tanto os profissionais que precisam de um flash potente e de boa qualidade, quanto para os amadores e entusiastas, que precisam de um flash mas que não podem gastar com flashes originais. É incrível como o mercado de produtos genéricos, como Cactus V5 e os flashes da Yongnuo, tem se estabilizado no mercado, agradando aos mais variados tipos de consumidores da área fotográfica, pela evolução de geral de sua qualidade e performance. Isso é um sinal de que temos de parar com o preconceito de que somente os produtos originais são de boa qualidade, atentando as novidades do mercado, que possam ser mais em conta.

Especificações:

Número guia: 58 metros (ISO 100, 105mm)

Modos do flash: S1, S2, M

Zoom range: 24, 28, 35, 50, 70, 80 e 105mm

Energia: 4 baterias tipo AA (Alcalinas, híbridas, ou Ni-Mh podem ser usadas)

Reciclagem do flash: 100 a 1500 vezes (pilhas alcalinas usadas)

Tempo de reciclagem: 3 segundos (pilhas alcalinas usadas)

Temperatura de cor: 5600K

Duração do flash: 1/200s a 1/20000s

Ajuste de potência do flash: 8 níveis de controle de potência (1/128~1/1), 57 níveis de micro ajuste

Entradas externas: sapata, entrada pc e entrada para carregador.

Distância de disparo wireless: 20-30m em estúdio ou um lugar fechado, 10-15m em externa.

É isso aí pessoal! espero que tenham gostado! Fiquem ligados pois essa semana ainda escreverei sobre outros produtos que adquiri durante esse tempo, e postarei mais reviews aqui para vocês!

Beijos e abraços a todos!

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Boa noite galera!

Venho com mais um post para vocês, dessa vez para fazer um review de uma sombrinha que comprei ontem! Estava tão animado para fazer este post, pois quase não vejo algo completo sobre essas sombrinhas, ainda mais em português… então fico contente por ser um dos poucos que possa falar com clareza sobre a verdadeira utilidade dessas sombrinha, chamadas de sombrinha soft difusora.

No mercado, existem vários tipos de sombrinhas, entre rebatedoras, difusoras, brancas pretas, pratas, douradas… Mas essas que apresento pra vocês possuem efeitos diferentes das que estamos acostumados a ver e/ou usar.

Chamo-as de “sombrinhas com duplo filtro”, pois a engine dela é possuir mais de um difusor, permitindo o uso de uma luz mais suave que as sombrinhas comuns. Elas vêm com dois nomes e características diferentes: As sombrinhas soft difusoras, compostas de uma sombrinha difusora e um rebatedor localizado atrás da sombrinha, preto/branco ou preto/prata; Já as sombrinhas soft funcionam como um rebatedor de luz, com um difusor translúcido atracado entre o flash e a sombrinha. Você pode ver as diferença entre as duas na foto abaixo:

Eu comprei apenas a sombrinha soft difusora, e como tenho uma sombrinha difusora – e não encontrei nenhuma foto como referência para o efeito de luz que estas sombrinhas proporcionam – eu resolvi fazer um comparativo entre o efeito das duas, caso haja alguma dúvida entre os leitores que queiram adquirir uma sombrinha desse tipo.

Deixe eu falar sobre o produto que adquiri: Veio em uma embalagem translúcida plástica, com fecho de velcro, confortável para abrir e fechar. a sombrinha foi bem construída, com acabamento e construção muito bons, dando a sensação de uma duração prolongada (Infelizmente não veio com o nome do fabricante, já que comprei usada, e o antigo dono também não sabia).Aqui no Brasil você não encontra uma sombrinha desse tipo por menos de 250 reais, enquanto que no E-bay você encontra facilmente por menos de 100 reais. Felizmente eu consegui adquirí-la por 120 reais!

Muitos sites em inglês afirmam que essas sombrinhas funcionam como uma espécie de soft box. O soft box também possui dois filtros de luz, deixando a luz e as sombras ainda mais suaves. As sombrinhas soft e soft difusora também possuem dois filtros,  mas apenas a primeira, ao meu ver, funciona como um soft box, já que a luz do flash rebate na parte branca/prata, e depois é novamente filtrada ao passar pelo difusor, tal como acontece com o soft box, onde a luz do flash passa por dois difusores antes de chegar ao objeto. Não sei realmente como funciona a engine da sombrinha soft difusora, mas tenho 3 hipóteses:

1- O estouro de luz é tão forte e tão próximo ao rebatedor que, mesmo que o flash não esteja voltado para o rebatedor, este é capaz de refletir a luz, assim passando pelo difusor.

2- Uma pequena parte da luz que é difundida, é também refletida, indo para o rebatedor e depois voltando. Pouco provável, mas é uma hipótese (risos).

3- Uma parte da luz que sai do flash literalmente “bate” no rebatedor e depois volta para o difusor. Também pouco provável, pois o ângulo de propagação da luz do flash controlado através do “zoom” do mesmo pode não ser suficiente para chegar até o rebatedor, posicionado atrás do flash.

Outra coisa a se reparar é a sua potência: O soft box gera uma luz suave, porém em menor intensidade, devido aos filtros duplos. É certo de que o mesmo pode acontecer com a sombrinha soft. A sombrinha soft difusora, ao invés de diminuir a intensidade da luz, apenas a tonifica, já que a luz passa direta e somente no difusor, com o rebatedor funcionando apenas como “complemento”, gerando mais luz difusa para ser passada ao objeto. O resultado chega a ser mais satisfatório do que com uma sombrinha difusora comum. Fiz alguns testes comparando as duas, e pude chegar a essa conclusão, através das fotos que irei mostrar a vocês. Usei três tipos de velocidades com um flash SB-28, da nikon: 1/200 que é a velocidade máxima de sincronismo; 1/125, que é a velocidade máxima padrão para flashes de estúdio; e 1/20, que foi uma velocidade baixa usada para demonstrar como elas se comportam com uma luz ambiente maior. Os outros parâmetros usados na câmera Nikon D90 e no flash foram os mesmos: ISO 200, f/2.8 e White Balance para 5500K, enquanto que o SB-28 estava a 5 pés de distância do objeto, com potência a 1/64 e zoom head a 24mm. Nenhuma das fotos passou por qualquer tipo de tratamento ou retoque. Eis os resultados. (Clique nas fotos para melhor visualização)

Conforme você pode perceber claramente, a intensidade da luz é maior com a sombrinha soft difusora do que com a comum, mas não é só isso. Reparem nas sombras, como são menos escuras com a primeira, e como a luz é melhor distribuída, resultando em um objeto melhor iluminado, dos pés a cabeça, devido a dispersão da luz no interior da sombrinha. para fotos externas de sol intenso, acredito que ela seja ótima para usar aberturas maiores, devido a maior intensidade da luz emitida por ela. Creio que para o preço que paguei, e para os resultados que obtive, ela é bastante satisfatória!

É isso aí pessoal, espero que gostem! Critiquem, dêem opiniões, sugestões… comentem! O blog é para vocês!

Beijos e abraços a todos, e até a próxima!

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Boa tarde, pessoal!

Bom, esse é um dos meus primeiros posts relacionado ao meu trabalho. Criarei um post bem dinâmico, com detalhes técnicos sobre o equipamentos, os parâmetros usados e todos os outros detalhes práticos. Espero que gostem!

Bom, domingo (20/03/2011) eu fui a Teresópolis para tirar fotos de modelos que precisavam de foto para portfolio. Meu camarada chamado Jefferson (vulgo japa) deu uma chamada num fórum de fotografia o qual participo, convidando outros fotógrafos para participarem do ensaio, já que teríamos 5 modelos para fotografar o que não daria para um fotógrafo fazer. Então me inscrevi e resolvi participar do ensaio! Foram mais ou menos 4 horas de viagem – ida e volta – para Teresópolis, bem tranquila, por sinal, apesar de nunca ter ido para lá de carro. Apesar do aviso do climatempo, o céu de Terê estava lindo, sem previsão de chuva, algo que aconteceu somente quando saímos de uma externa a céu aberto (a casa do amigo do Jefferson) para uma externa em área fechada e coberta, nesse caso, uma academia. Foi muito interessante participar dessa sessão, pois há muito tempo queria fazer um ensaio dentro de uma academia!

O ensaio foi bem descontraído, os fotógrafos eram atenciosos, os modelos eram simpáticos e sempre atendiam ao que era pedido, fazendo as poses e aguentando os flashes durante 8 horas de ensaio (!). Nesses casos, deve-se deixar o modelo o mais confortável possível, para que não haja cansaço e desânimo depois de muitas horas de fotos.

Para essa sessão, eu utilizei meus equipamentos (Tripés, sombrinhas, flashes SB-28 e SB-600, Nikon D90 e lente 17-55mm f/2.8). Na maioria das vezes eu usei apenas um flash, já que não achava necessário o uso de dois flashes a céu aberto, acho que ficaria artificial demais, e meu propósito era captar uma luz mais natural possível. Graças ao difusor de 2 metros que um dos fotógrafos levou, consegui eliminar as fortes sombras, posicionando o difusor em cima do modelo. Com flash e sombrinha, eu dei apenas uma preenchida, para que tudo ficasse corretamente exposto. Na academia, já foi diferente: Utilizei dois flashes com a intenção de deixar tudo bem dramático. Para isso, utilizei o flash SB-28 como flash principal e um pouco mais exposto do que o normal, produzindo sombras fortes, e o SB-600 como luz de contorno, resultando em fotos que gerassem impacto.

Para uma pós-edição, utilizei o Adobe Camera Raw para ajustar fatores básicos dos arquivos .raw, Converti-os para tiff, fiz retoques necessários no próprio photoshop CS4 e depois fiz ajustes finais do programa DxO Optics Pro.

Logo abaixo, postarei as fotos com exif, para que você saiba sobre os parâmetros da câmera usados.

 

EXIF: Nikon D90 com flash SB-28 a 1/32 de potência no meu lado direito e difusor emcima do modelo (ISO 200, f/5.6, 1/200) – Clique  na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90 com SB-28 no meu lado esquerdo a potência de 1/32 e difusor em cima do modelo (ISO 200, f/5.6, 1/200) – clique na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90 com flash SB-28 a potência de 1/32 a esquerda e a frente dos modelos (ISO 200, f/4, 1/200) – Clique na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90, somente com a luz do sol (ISO 200, f/2.8, 1/2500) – Clique na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90 com SB-28 a esquerda a foto a potência de 1/8 (ISO 200, f/6.3, 1/200) – Clique na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90 e SB-28 com potência a 1/8 e a direta da modelo (ISO 200, f/5.6, 1/60) – Clique na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90 com SB-28 a esquerda 45 graus da modelo e potência de 1/16 e SB-600 atrás a 45 graus da modelo e a potência de 1/4 (ISO 200, f/3.5, 1/30) – Clique na foto para melhor visualização

EXIF: Nikon D90 com flash SB-28 a esquerda da modelo com potência de 1/8 e flash SB-600 atrás e a 45 graus da modelo com potência a 1/4 (ISO 200, f/2.8, 1/50) – Clique na foto para melhor visualização

Bom, é isso pessoal. Quem quiser que eu poste mais fotos, me avise, eu posto mais se preferirem!

abraços e beijos a todos!

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