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Posts Tagged ‘fotógrafo’

Olá pessoal, tudo bem com vocês! Espero que tenham se recuperado do carnaval e estejam estudando cada vez mais sobre fotografia, como eu! (risos)

Antes de começar um novo post, quero salientar que esse mês meu blog comemorou aniversário de 1 ano (20 de fevereiro), com mais de 10.000 visitantes, com a marca recorde de 213 visitantes em um único dia e mais de 2500 visitantes somente nesse mês. É com um enorme contentamento que aviso isso a vocês, pois vocês foram e são os principais responsáveis pelo sucesso do blog nos sites de busca e nas redes sociais. Vocês que me motivam a escrever cada vez mais. Espero que assim seja até onde eu puder e meu conhecimento também (risos).

Bem, hoje eu trago para vocês mais um review. Adquiri há pouco tempo um refletor portátil (conhecido mundialmente como beauty dish) como um acessório que seria usado para um editorial que havia em mente. Minha intenção era fazer fotos com uma textura de iluminação parecida com a de Steven Klein, mas com a minha “assinatura”. Então resolvi comprar um para saber como funcionaria. Para o uso desse acessório, é necessário um adaptador para o seu respectivo flash, e que também é vendido pela mako, para os vários tipos de flash mais conhecidos do mercado.

Refletor e adaptador em conjunto. (Fonte: http://www.mako.com.br)

Um pequeno problema é que, dependendo do tamanho da cabeça do flash que você possuir, pode ser que o adaptador não se encaixe perfeitamente em um flash diferente que você possua, sendo necessário comprar um outro adaptador. Eu, por exemplo, possuo dois flashes, o SB-600 e o SB-28, este último com a cabeça um pouco maior. Comprei o adaptador para o SB-600. A razão é simples: Na loja onde comprei, eles me disseram que o adaptador para o SB-28 não saía com frequência de estoque, por isso eles não o vendiam. Até entendi o motivo, já que o SB-28 é um flash muito antigo e que deve ser pouco usado por consumidores nikon, até por ser defasado e descontinuado.

O adaptador possui uma construção com material emborrachado, para que este se encaixe no flash com mais facilidade. Já o refletor possui a sua construção em liga leve de alumínio, pintado em duas cores: branco na parte interior (para uma maior concentração de luz refletida) e preto na parte exterior. O bloqueador circular que fica na parte interior do acessório e na frente da luz do flash é feito também em alumínio, um pouco mais reforçado. Ambos são frágeis. O adaptador escorrega com facilidade em movimentos bruscos ou com a cabeça do flash virada para baixo, já que o peso do acessório causa uma força ao adaptador. Já o refletor é feito de material muito leve e que pode ser facilmente danificado caso caia no chão ou sofra alguma batida. Por isso, todo cuidado é pouco.

Pois bem, montei o adaptador no SB-600 e encaixei o refletor nele. Com o flash acoplado na câmera, a sensação é de um grande peso desnivelado, até porque estava montado na minha D90 (sem grip), então o peso tende a “tombar” para o flash com o acessório. Já ouvi relatos de que muito peso em flash acoplado na câmera pode fazer com que a sapata se desprenda desta. Para que isso não aconteça, mantenha sempre sua câmera na posição horizontal, e nunca virada para baixo. Para fotos verticais, segure com uma das mãos o flash, assim o peso se equilibrará. Acessório encaixado, e eu pensei da 17-55mm f/2.8 ser capaz de causar sombras na parte inferior da foto, devido ao seu diâmetro (77mm). Mas isso não aconteceu. Acredito que para lentes de diâmetros maiores isso possa ser um problema.

Agora vamos aos testes.

Para quem não sabe o que é ou como funciona um Beauty dish, aqui vai uma explicação bem simples: A luz do flash bate no bloqueador circular, fazendo com que ele distribua a luz para o resto do refletor, resultando em uma iluminação muito mais difusa e mais bem distribuída, livre de highlight spots (pontos de iluminação concentrada), caso que poderia acontecer  com o flash sem nenhum tipo de acessório ou em conjunto alguns tipos de modificadores de luz, onde o ponto central possui uma iluminação mais concentrada. Você pode perceber isso quando tirar fotos com sombrinhas difusoras, por exemplo. Por isso, o beauty dish é extremamente recomendado para fotos de beleza e retratos, mas também pode servir muito bem para fotografia de ambiente e como um fill flash, acompanhado de um flash principal, para a amenização de sombras.

Perceba nesta foto a ausência de highlight spots e uma distribuição homogênea da luz para todo o enquadramento, sem o aparecimento de sombras ao fundo. (Clique na foto para melhor visualização)

Além disso, para fotos de corpo inteiro, você tem um enquadramento com sombras demasiadamente leves, quase imperceptíveis e que são apenas realmente visíveis quando você aproxima o assunto para alguma superfície plana, como uma parede branca, por exemplo, ou quando você fotografa com o flash embutido na câmera, já que existe um pequeno ângulo de inclinação da luz para o assunto, criando uma “sombra envolvedora”. Com o assunto distante dessas superfícies ou com o flash posicionado inteiramente de frente, a presença de sombras na foto é praticamente imperceptível.

Acima, duas fotos: A esquerda, com a modelo distante do fundo, sem sombras visíveis; A direita, com a modelo encostada no fundo, com uma sombra leve causada pela inclinação da luz do flash acoplado na sapata da câmera. (clique na foto para melhor visualização)

Talvez o que eu tenho mais estranhado no resultado deste acessório é a presença de vinhetas claras. Como eu expliquei, o bloqueador faz com que a luz seja distribuída para o resto do refletor. Ou seja, o refletor faz com que a luz seja equilibradamente distribuída para uma CERTA parte do quadro, limitando seu alcance. Por exemplo, em 55mm pode não ser perceptível, pois é um enquadramento mais fechado, onde o acessório é capaz de preencher. Enquanto que, em 17mm, o efeito das vinhetas claras já é mais evidente, devido ao tamanho do acessório, o que limita sua distribuição homogênea de luz. Em alguns casos não é algo tão evidente, mas para retratos com grande-angular e próximas a parede, o efeito é bastante visível.

Bom, é isso pessoal! Comentem, discutam, façam reclamações, sugestões… o blog é feito especialmente para vocês!

Aqui vão mais algumas fotos do editorial que fiz com esse acessório:

Todas as fotos estão disponíveis em uma resolução maior, é só clicá-las para melhor visualização. Todas as fotos possuem direitos autorais. Não as usem sem a minha devida autorização, ok?

Beijos e abraços a todos!

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Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Me desculpem pela demora em escrever mais um post para vocês, mas eu tenho feito muitos trabalhos fotográficos e quando chego em casa ainda tenho de trabalhar mais uma vez, editando fotos! rs.

Hoje apresento a vocês o review de minha mais recente aquisição: O Cactus V5. Vejo como é difícil encontrar reviews pela internet em português. Ou você aprende inglês, ou fica esperando algum comentário de alguém experiente ou se baseia pela compra de terceiros, que as vezes não entendem muito, mas possuem o produto pela simples questão de ter. Eu tento ser o mais completo possível, mesclando linguagem técnica com a informal , para que as pessoas possam tirar todas as suas dúvidas da melhor maneira possível. Por isso estou escrevendo para você sobre o cactus V5, pois sei que esse é um dos melhores radio-flashes do mercado, com a melhor relação custo-beneficio.

O Cactus V5 foi lançado esse ano, e ganhou novas mudanças, que aperfeiçoaram mais sua construção e acabamento do sua performance em si (Que já é de muito boa qualidade desde a época do Cactus V2). Acredito que uma das melhores e mais drásticas inovações no Cactus V5 perante seus antecessores seja o “hibridismo” desse radio-flash: Enquanto que o V4 precisa do transmissor para trabalhar em conjunto com o receptor, o V5 possui os dois gêneros em um modelo só. Ou seja, você pode usar o seu transmissor para trabalhar como receptor e vice versa! a diferença entre o V4 e o V5 você pode ver na foto abaixo:

Comparação entre o os dois últimos modelos: No canto esquerdo, o modelo do Cactus V5; No centro e no canto direito, o transmissor e receptor do Cactus V4, respectivamente.

Mas a questão é: No que isso pode ajudar? Simples. Além de ter a opção de ter um flash funcionando direto da câmera, você pode ainda fazer com que duas ou mais câmeras operem transmissores diferentes, para o mesmo receptor, sem a necessidade de comprar mais um kit. Além disso, existe a possibilidade de conexão de dois flashes em um único receptor / transmissor, com o uso do cabo de sincronismo. São inúmeras as variações de uso desse novo modelo, que vai ao gosto e criatividade de cada um.

Existem outras inovações que também melhoraram o design do V5, que não estão ligadas diretamente a sua funcionalidade, mas sim a segurança e ao conforto.

Eu tenho os dois modelos do Cactus, o V4 e o V5. A primeira vez que usei o V5, a primeira palavra que veio a minha mente foi “segurança”. Pesado, robusto e bonito, o V5 possui um acabamento que dá mais credibilidade ao produto, um ponto em que os criadores do Cactus focaram com vigor.  Apesar de ainda ser feito em material plástico, a dureza do material mostra que o material escolhido para acomodar os compartimentos foi feito e construído com muito mais cuidado e precisão do que o V4, que dava a sensação de que iria “quebrar” em sua mão a qualquer momento.

O compartimento para as baterias também sofreu uma drástica mudança. No V4, as pilhas deveriam ser colocadas na parte inferior, ou seja, na parte que ficaria para baixo. O acabamento frágil fazia com que a tampa do compartimento saísse junto com as pilhas em um simples esbarro. Já perdi a conta de quantas vezes eu fiquei procurando a tampa do receptor e as pilhas…

No Cactus V5, a estória muda: O compartimento se aloja na parte de trás do modelo, e não embaixo (vide foto abaixo). Para abrí-lo, simplesmente “empurre” a porta do compartimento das baterias e retire a capsula para colocá-las. Depois é só empurrar novamente até o fundo, sem se preocupar com a possibilidade de se abrir em qualquer momento, pois ela fica confortavelmente presa no interior. Mais prático que isso, impossível!

Outro ponto a se comentar com relação a segurança do acabamento envolve o flash da Nikon, o SB-600. Eu tinha um grave problema quando o usava em conjunto com um dos receptores do Cactus V4: Pela fragilidade do acabamento deste, O SB-600, mesmo com o lock, não permanecia firme, o que fazia com que ele disparasse sem parar, fazendo-o congelar, tornando impossível o seu controle. Para resolver o problema, eu tinha que retirá-lo da posição lock e do receptor, assim ele voltava ao normal e poderia desligá-lo. Então eu o colocava em outro receptor. Algo que exigia tempo, mesmo que pouco, algo que é crucial em trabalhos fotográficos.  Já com o V5 eu não possuo nenhum problema deste tipo, nem com o SB-600, nem com qualquer outro flash. Fiquei impressionado com o controle de qualidade, algo que não existia no modelo anterior.

Outro fator que achei muito interessante foi a adição de um suporte para o radio flash (vide foto anterior), uma espécie de “pé”, onde pode sustentá-lo num batente, numa cadeira ou qualquer outra superfície plana paralela ao chão. Na verdade, esse tal suporte também serve para qualquer flash, já que ele possui uma entrada de sapata fria. Simples, mas útil.

A qualidade na performance continua a mesma de sempre. Em todos os disparos que já dei, ela não falhou uma única vez, seja com o flash na sapata ou conectado ao cabo de sincronismo (teste feito com transmissor e dois receptores). A duração da bateria é bem satisfatória: já dei mais de 1000 cliques com as pilhas (alcalinas) que vieram com o kit e elas ainda não estão nem perto de se esgotarem.

No entanto, ainda há pequenos pontos que não são graves, mas que podem ser melhorados. O dial para a escolha de um dos 16 canais, que fica no lado direito do radio flash pode ser facilmente movimentado com um simples esbarro e o espaço entre o dial que prende o radio flash e a sapata da câmera poderia ser maior, pois há uma dificuldade de apertá-lo ou soltá-lo para quem possui dedos grandes. Fora isso, nada a reclamar. Para alguns, a incompatibilidade com a função TTL pode ser um problema. Como eu trabalho com a câmera e os flashes  em modo 100% manual, o uso do TTL é praticamente nulo. Mas para quem necessita da função TTL e possui uma verba maior para gastar com radio flash, as melhores opções a seguirem seriam os modelos  Pixel Knight e Pocket Wizard. Tenham em mente que esses modelos citados são difíceis de encontrar no Brasil, são muito caros e que são compatíveis com um número restrito de flashes com o uso da função TTL.

Em suma, o Cactus V5 é uma ótima ferramenta de trabalho, durável e resistente, e que pode te oferecer mais opções e variabilidades de iluminação do que você pensa. Coloque sua prática e sua criatividade em dia e veja que você tem item potente em mãos.

Eis as especificações:

  • Frequência de radio: 2.4GHz;
  • 16 canais selecionáveis;
  • Velocidade de sincronismo suportada: até 1/1000 segundos (varia de acordo com o limite da velocidade de sincronismo da câmera);
  • Compatível com todas e quaisquer cameras DSLR e SLR  com entrada de sapata comum ou saída para cabo de sincronismo;
  • Compatível com flashes portáteis e flashes de estúdio;
  • indicador de bateria fraca;
  • área efetiva de alacance: 100 metros (328 pés);
  • temperaturas aceitáveis: -20°C até 50°C (-4°F até 122°F);
  • Voltagem do flash: até 300V;
  • voltagem da câmera: até 6V;
  • Alimentação: 2 pilhas tamanho AAA 1.5V;
  • porta de conexão: 3.5mm (1/8″) mono mini-phone;
  • peso: 58g;
  • O que vem incluso no kit:
    • 2 transmissores/receptores Cactus V5;
    • 2 suportes (FS-5);
    • Cabo com plug de 3.5mm  (CA-350);
    • Adaptador com plug de 6.35mm  (PA-635);
    • Cabo de cincronismo (CA-100);
    • Quatro pilhas tamanho AAA;
    • Manual do usuário (em inglês).

Onde Comprar:

Atualmente, não há nenhuma loja que venda o Cactus V5 no Brasil. Mas existem vendedores independentes no Mercado Livre que vendem o Cactus V5, trazendo-o do exterior para comercializá-lo aqui. Apesar de ssair um pouco mais caro do que o normal, a entrega é mais rápida do que se pode imaginar. Um dos vendedores que eu recomendo é o Igor Fernando, de São Paulo, e o link para o Cactus V5, vendido por ele, pode ser visto aqui (O link estará disposto até o anúncio ser finalizado, é só procurar pelo mesmo produto pelo sistema de busca do mercado livre e um novo anúncio do mesmo produto pelo mesmo vendedor provavelmente estará lá.). O Igor possui várias qualificações positivas. Comprei o Cactus V5 com ele. No primeiro dia já negociávamos a compra e no mesmo dia a efetuei. No segundo dia depositei o dinheiro e um dia após o depósito o produto, entregue via Sedex, já estava em minha casa. Tirou todas as minhas dúvidas e foi muito paciente. Podem comprar com ele sem medo!

Bom, pessoal, é isso! Espero que tenham gostado deste review e lembrem-se: Fiquem a vontade para fazer perguntas, dar opiniões, sugestões ou reclamações. O blog é feito especialmente para vocês!

Beijos e abraços a todos!

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Boa noite galera!

Venho com mais um post para vocês, dessa vez para fazer um review de uma sombrinha que comprei ontem! Estava tão animado para fazer este post, pois quase não vejo algo completo sobre essas sombrinhas, ainda mais em português… então fico contente por ser um dos poucos que possa falar com clareza sobre a verdadeira utilidade dessas sombrinha, chamadas de sombrinha soft difusora.

No mercado, existem vários tipos de sombrinhas, entre rebatedoras, difusoras, brancas pretas, pratas, douradas… Mas essas que apresento pra vocês possuem efeitos diferentes das que estamos acostumados a ver e/ou usar.

Chamo-as de “sombrinhas com duplo filtro”, pois a engine dela é possuir mais de um difusor, permitindo o uso de uma luz mais suave que as sombrinhas comuns. Elas vêm com dois nomes e características diferentes: As sombrinhas soft difusoras, compostas de uma sombrinha difusora e um rebatedor localizado atrás da sombrinha, preto/branco ou preto/prata; Já as sombrinhas soft funcionam como um rebatedor de luz, com um difusor translúcido atracado entre o flash e a sombrinha. Você pode ver as diferença entre as duas na foto abaixo:

Eu comprei apenas a sombrinha soft difusora, e como tenho uma sombrinha difusora – e não encontrei nenhuma foto como referência para o efeito de luz que estas sombrinhas proporcionam – eu resolvi fazer um comparativo entre o efeito das duas, caso haja alguma dúvida entre os leitores que queiram adquirir uma sombrinha desse tipo.

Deixe eu falar sobre o produto que adquiri: Veio em uma embalagem translúcida plástica, com fecho de velcro, confortável para abrir e fechar. a sombrinha foi bem construída, com acabamento e construção muito bons, dando a sensação de uma duração prolongada (Infelizmente não veio com o nome do fabricante, já que comprei usada, e o antigo dono também não sabia).Aqui no Brasil você não encontra uma sombrinha desse tipo por menos de 250 reais, enquanto que no E-bay você encontra facilmente por menos de 100 reais. Felizmente eu consegui adquirí-la por 120 reais!

Muitos sites em inglês afirmam que essas sombrinhas funcionam como uma espécie de soft box. O soft box também possui dois filtros de luz, deixando a luz e as sombras ainda mais suaves. As sombrinhas soft e soft difusora também possuem dois filtros,  mas apenas a primeira, ao meu ver, funciona como um soft box, já que a luz do flash rebate na parte branca/prata, e depois é novamente filtrada ao passar pelo difusor, tal como acontece com o soft box, onde a luz do flash passa por dois difusores antes de chegar ao objeto. Não sei realmente como funciona a engine da sombrinha soft difusora, mas tenho 3 hipóteses:

1- O estouro de luz é tão forte e tão próximo ao rebatedor que, mesmo que o flash não esteja voltado para o rebatedor, este é capaz de refletir a luz, assim passando pelo difusor.

2- Uma pequena parte da luz que é difundida, é também refletida, indo para o rebatedor e depois voltando. Pouco provável, mas é uma hipótese (risos).

3- Uma parte da luz que sai do flash literalmente “bate” no rebatedor e depois volta para o difusor. Também pouco provável, pois o ângulo de propagação da luz do flash controlado através do “zoom” do mesmo pode não ser suficiente para chegar até o rebatedor, posicionado atrás do flash.

Outra coisa a se reparar é a sua potência: O soft box gera uma luz suave, porém em menor intensidade, devido aos filtros duplos. É certo de que o mesmo pode acontecer com a sombrinha soft. A sombrinha soft difusora, ao invés de diminuir a intensidade da luz, apenas a tonifica, já que a luz passa direta e somente no difusor, com o rebatedor funcionando apenas como “complemento”, gerando mais luz difusa para ser passada ao objeto. O resultado chega a ser mais satisfatório do que com uma sombrinha difusora comum. Fiz alguns testes comparando as duas, e pude chegar a essa conclusão, através das fotos que irei mostrar a vocês. Usei três tipos de velocidades com um flash SB-28, da nikon: 1/200 que é a velocidade máxima de sincronismo; 1/125, que é a velocidade máxima padrão para flashes de estúdio; e 1/20, que foi uma velocidade baixa usada para demonstrar como elas se comportam com uma luz ambiente maior. Os outros parâmetros usados na câmera Nikon D90 e no flash foram os mesmos: ISO 200, f/2.8 e White Balance para 5500K, enquanto que o SB-28 estava a 5 pés de distância do objeto, com potência a 1/64 e zoom head a 24mm. Nenhuma das fotos passou por qualquer tipo de tratamento ou retoque. Eis os resultados. (Clique nas fotos para melhor visualização)

Conforme você pode perceber claramente, a intensidade da luz é maior com a sombrinha soft difusora do que com a comum, mas não é só isso. Reparem nas sombras, como são menos escuras com a primeira, e como a luz é melhor distribuída, resultando em um objeto melhor iluminado, dos pés a cabeça, devido a dispersão da luz no interior da sombrinha. para fotos externas de sol intenso, acredito que ela seja ótima para usar aberturas maiores, devido a maior intensidade da luz emitida por ela. Creio que para o preço que paguei, e para os resultados que obtive, ela é bastante satisfatória!

É isso aí pessoal, espero que gostem! Critiquem, dêem opiniões, sugestões… comentem! O blog é para vocês!

Beijos e abraços a todos, e até a próxima!

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Olá pessoal, Boa tarde!

Me desculpem a demora ao postar algo novo aqui no blog, ultimamente tenho andado ocupado demais com editoriais e a minha monografia… sabem como é vida de estudante e fotógrafo né? (risos)

Hoje eu resolvi criar um post sobre a direção de um/uma modelo. Sabe-se que uma boa direção de um/uma modelo resulta em ótimas fotos. Dirigir, para mim, significa comandar, direcionar a/o modelo para que esta exponha sua linguagem facial e corporal, com espontaneidade, resultando em fotos mais naturais. Pose, expressão, olhar… em conjunto com a iluminação e com o ambiente, são detalhes que realmente podem diferenciar uma ótima imagem de muitas comuns.  Mas, para isso, deve-se conhecer e estabelecer um contato íntimo com a modelo. Isto significa que deve-se mostrar postura e confiança no seu trabalho. Por isso, passarei alguns princípios básicos de direção que fui aprendendo ao longo do meu trabalho e que podem ajudá-los a conseguirem fotos mais espontâneas e interessantes:

1- Converse com a modelo: Este é o básico da relação fotógrafo/modelo. Como já disse em um post anterior, é necessário um diálogo com a/o modelo  antes do ensaio, para que você saiba sobre sua prefêrencias de locais, vestuário e tema. Ao mesmo tempo em que há uma troca de idéias, há também um contato mais confiante entre ambos. Demonstre sempre seriedade, extrovergência e respeito, sempre com uma pitada de leve bom humor, sem se tornar chato. A partir disso, a/o modelo perderá a timidez, como se você fosse um amigo dela/e.  Assim o ensaio se tornará mais socializável e comunicativo. Mas preste atenção aos limites: Evite muitos contatos físicos. Apenas toque ou mova-o/a se assim o permitir, e com o máximo de respeito. Existem pessoas e pessoas. Uns podem não se importar, mas outros podem realmente não gostar.

2- Ofereça dicas: Como havia dito no começo, a pose, expressão e olhar da/o modelo são primordiais para uma boa foto. Além de produzir um bom portfolio, este/a terá mais confiança durante um próximo ensaio. Para modelos mais tímidos e menos experientes, exemplifique o que ela/e ou você quer com fotos de editoriais de moda ou de ensaios que você admire, ou até de trabalhos seus anteriores, antes do ensaio.  Assim se terá mais tempo de praticar e o ensaio fluirá com mais facilidade. No dia do ensaio, leve revistas e livros, com poses e expressões, assim ela terá mais referências, caso não se lembre de alguma pose.

3- Não seja tímido: Fotógrafo de ensaios e editoriais tímido não é fotógrafo. Você precisa se mostrar flexível, proativo, extrovertido, comunicativo, socializável, para mostrar clareza e confiança na fala e nos gestos, com o objetivo de deixar o ensaio com um ar mais dinâmico e bem humorado. Tudo com extrema leveza e respeito. A firmeza na fala é um ponto positivo na hora de comandar sobre as poses e expressões. Na hora de uma ótima foto demonstre contentamento, e mostre a foto a modelo. Assim esta se sentirá mais “solta”, terá mais confiança em si e menos tímida para executar outras poses.

4- Fotógrafo também é modelo: Você inventou uma pose e não tem uma imagem para mostrar? Faça você mesmo! Se sinta a vontade – e não com vergonha – de mostrar a modelo o que quer. Estude, Treine e pratique. Muitos se sentem envergonhados, principalmente com as poses femininas, que requerem mais suavidade nos movimentos, mas não se limite. Muitos fotógrafos utilizam essa tática como uma forma de auxiliar da melhor forma a modelo. Um exemplo são estas duas fotos, em que tive de mostrar a modelo o que queria, executando as poses.

Foto: Gustavo Paixão. (Clique para melhor visualização)

5- Esteja sempre preparado: A maioria dos fotógrafos sabem que a espontaneidade é ideal para se conseguir ótimas fotos, as vezes melhores do que fotos posadas. Use-a em seu favor. Esteja sempre atento a qualquer movimento, durante um descanso ou uma conversa informal entre você e a modelo, por exemplo, para fotografá-la. Entertenha-a de forma a conseguir uma pose, uma expressão diferente ou até um sorriso mais natural, como na foto abaixo.

Foto: Gustavo Paixão. (Clique para melhor visualização)

6- A expressão facial: Talvez este seja o maior dilema em um ensaio. É extremamente dificultoso conseguir uma expressão facial convincente de uma modelo inexperiente. Para isso, não há algo melhor que o espelho. Não há outra forma melhor de treinar suas expressões, pois com o espelho você saberá exatamente como sua expressão sairá na foto. O abrir da boca, um sorriso, o levantar da sobrancelha, além de expressões clássicas – de raiva, de susto, felicidade, amor – auxiliam a conseguir melhores resultados em todo o enquadramento.

Foto: Gustavo Paixão (Clique para melhor visualização)

É isso, pessoal! Espero que gostem deste post, e que ajudem vocês a melhorar os resultados de suas fotos. Estou aberto a críticas e sugestões. Comentem, argumentem! Este blog é feito para vocês!

OBS: Todas as fotos possuem Direitos Autorais. Não as utilizem sem a devida autorização, ok?

Beijos e abraços a todos!

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Fala pessoal, Boa tarde para todos!

Eu sempre quis escrever algo desse tipo, só que acabava caindo no esquecimento (risos), até que um dia o meu amigo Raffy Carvalheira postou isso em seu mural no facebook:

“Duas respostas sarcasticas pra duas coisas cretinas que eu ouco com frequencia:

1.
“-Nossa Raffy que camera enorme! Quantos megapixels ela tem?

…R: 120.

-!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

2.
“-Cara, a sua camera faz otimas fotos!!!!!!!!!!!

R: Obrigado!!! Sua boca tambem faz otimos elogios!!!

-…”

Sou assim. TOLERANCIA ZERO!”

Vocês podem achar que ele é ignorante, mas imagina encarar essas perguntas o tempo todo? Nós, fotógrafos, somos ignorados quando as pessoas que não possuem conhecimento do nosso trabalho falam que “as nossas câmeras fazem ótimas fotos”. Então resolvi criar esse post para explicar sobre a relação câmera e qualidade de imagem. Sabe-se que O FOTÓGRAFO é quem faz as fotos. mas e a câmera? o que ela precisa para que as fotos saiam com boa qualidade?

A primeira coisa que você deve ter em mente é: Número de megapixels não significa qualidade de foto. Os megapixels são designados para mostrar o “tamanho” da foto, ou a resolução da foto ao ser impressa. E só. Existe uma tabela que mostra o tamanho máximo da foto em centímetros, de acordo com o número de megapixels que ela possui.

Fonte: Curiosidade Digital (http://blogdosistema.wordpress.com/)

Agora, vamos falar sobre a relação atual das câmeras com os megapixels.

Sabemos que a tecnologia muda a cada fração de segundo. A cada momento, câmeras são lançadas, e a cada vez em que são lançadas, o número de megapixels aumenta. 12, 14, 16, 18, 20, 30, 40 megapixels… E, com isso, o preço! E cada vez mais as pessoas compram câmeras pelos seus números de megapixels, quando precisam apenas de 2 a 3 megapixels (até menos), para imprimir aquelas fotos para a família no tamanho de 10x15cm. É aí que eu digo: Excetuando-se as exigências de trabalhos profissionais, com pedidos de  fotos impressas de 1 metro ou mais, voltadas para indoors e outdoors, catálogos e afins, esses números exorbitantes de megapixels são totalmente ruins para a qualidade da foto. Entendam o porquê:

Imaginem uma mala de viagens. Você vai viajar para muito longe, então você precisa de uma mala grande, para poder comportar toda a quantidade de roupas necessárias para todos os dias em você viajar. Se você colocar uma grande quantidade de roupas em uma mala pequena, o que irá acontecer? A mala não fechará!

Vamos transpor essa simulação para o mundo das câmeras. Todas as câmeras atuais, compactas ou DSLR, possuem um sensor de imagem. Um sensor de imagem “capta a luminosidade das imagens que são projetadas sobre ele continuamente e dá início ao processo de captura de uma instância ou de uma sequência de instâncias da imagem consecutivamente.” (FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sensor_de_imagem). Ou seja, é graças ao sensor que seu olhar é transformado em imagem.

Todo e qualquer sensor possui o que eu chamo de limite de megapixels. Quando se excede a quantidade de megapixels que um sensor é capaz de suportar, a imagem gera uma espécie de ruído, o que interfere na qualidade da sua foto, em várias formas: Na composição das cores, na saturação,  no contraste, na nitidez, etc, limitando bastante o seu uso.  Com o uso de ISOs altos, esta situação só tende a piorar, principalmente em certas câmeras compactas, onde são usados sensores minúsculos e mais baratos, além de óticas de qualidade inferior! As DSLRs possuem tecnologias mais sofisticadas, lentes voltadas para o mercado profissional, com óticas impecáveis, além de muitos outros fatores que fazem com que a relação megapixels x qualidade da imagem de uma DSLR seja muito melhor, pois elas possuem sensores maiores e que são atualizados e melhorados a cada momento e, claro, mais caros. Isso sem falar nas câmeras profissionais de mais de R$15.000, que possuem sensores com tamanhos suficientes para suportar mais de 25 megapixels!

Você deve estar se perguntando… “Poxa, por eu ter uma câmera de 12 megapixels, quer dizer que ela tenha uma qualidade ruim?

A resposta é não.

Existe uma série de fatores que comprovam a qualidade da sua câmera. Ter 12 megapixels não é algo desastroso, pois a tecnologia empregada na sua câmera, seja uma compacta ou uma DSLR, criam características importantes para um resultado satisfatório da qualidade da sua imagem. Eis elas:

- Ótica: É a lente usada na sua compacta ou DSLR uma das maiores responsáveis pelo resultado final da foto. Normalmente, nas compactas, elas são responsáveis pela nitidez da sua foto; As lentes usadas nas DSLRs já abrangem outras caracteríticas a mais, como contraste e saturação. Observe também o nível de distorção, de vinheta (efeito das bordas mais escuras do que o centro da imagem) e também de aberração cromática (efeito do aparecimento de cores – normalmente azul, verde, amarelo ou roxo – fora da composição, com mais visibilidade nas arestas existentes na foto).

- Saturação e matiz: Cores mais saturadas resultam em uma foto mais “viva”. Toda e qualquer câmera tem uma tendência a “puxar” a saturação para uma determinada cor. Por exemplo, os tons vermelhos e laranjas da minha nikon D90 são mais saturados do que  os outros. Outra coisa a se atentar é a fidelidade de cor, ou matiz: Ninguém quer a cor de um céu puxado para o roxo, nem uma flor vermelha parecendo cor de laranja.

- Contraste: Observe bem o contraste fornecido pela sua câmera. Existe um meio termo – Em níveis muito baixos de contraste, a foto possui um aspecto “cinzento”, sem vida e sem cor. Em níveis muito altos, a foto perde o detalhismo nas áreas mais brancas e mais escuras (Por exemplo, uma camisa branca no sol tende a perder seus detalhes, por ser capaz de refletir a luz forte do sol com mais intensidade do que outras cores)  e também mostra uma demasiada saturação. Em câmeras DSLR é possível o ajuste desse fator a seu gosto.

- Ruído: Atualmente, não é um fator a ser tão preocupante, pois com a tecnologia aplicada nos sensores (tanto para compactas quanto para DSLRs) os níveis de ruído dos altos ISOs existentes são tolerantes. É algo que só se sente a diferença na hora uma impressão, dependendo do tamanho desta. Impressões com tamanho 20x30cm, com imagens bem expostas, são difíceis de visualizar um ruído, com até 3200 (dependendo da qualidade da imagem da câmera). Os programas de edição ainda conseguem facilitar o desaparecimento do ruído quase que por completo.

Bom galera, é isso! Como eu sempre digo, postem seus comentários, com sugestões e reclamações, o blog é feito para vocês! até o próximo post!

 

Beijos e abraços a todos!

 

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Boa noite, galera!

Me desculpem pela demora da segunda parte das dicas sobre equipamentos fotográficos, pois eu tive muitos compromissos durante esses dias!

Nessa segunda parte, falerei sobre as lentes  que já usei e uso atualmente. Na primeira parte das dicas, eu falei sobre as câmeras que uso e já usei, e que pode ser visto aqui.

Bom, eu já usei, ao total, 4 lentes da nikon. Como no post anterior, postarei sobre elas aqui, com um comentário pessoal, seus prós e seus contras. São elas:

Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6G ED AF-S DX


Eu usei a nikkor 18-55mm por muito tempo – só uma nota: esta lente foi a lente que existia como kit da nikon D40, não vendida atualmente com vibration reduction, o qual falam que é muito melhor, mas ainda não a testei muito bem para dizer isso – com as câmeras D40 e no começo da compra da D90, até partir para a 50mm f/1.8. É um quebra galho quando não se tem dinheiro para comprar uma lente melhor, mas não é uma lente para se usar a vida toda, não mesmo. Ainda assim, parece ter mais solidez na sua construção do que a versão para o sistema canon. Não é rápida, muito menos nítida, precisando-se de algumas edições de software até chegar ao ponto necessário.

D90 com 18-55mm (31mm, ISO 200, 1/250, f/4.2)

Prós

- Robustez, demonstra um bom acabamento na construção;

- barata, para quem não tem dinheiro para comprar uma lente zoom melhor.

Contras

- Sem nitidez, inclusive nas menores aberturas;

- Foco lento;

- Um alto nível de flare (uma efeito “fantasma” que envolve as áreas mais claras da foto) e aberração cromática;

- Não vem incluída com parasol;

- Apesar de apresentar um bom acabamento, ainda assim é frágil, necessitando de um manuseio cuidadoso;

- alta distorção em 18mm, o que chega a ser normal para lentes zoom com grande angular.

- Pode não funcionar corretamente em câmeras analógicas.

Nikkor 50mm f/1.8D AF


Sabe quando você encontra aquela garota, e aí bate aquela paixão a primeira vista? Então, foi assim mesmo que eu me senti quando usei a 50mm f/1.8 pela primeira vez. Essa lente era tão recomendada para mim, que a primeira coisa que eu fiz foi comprar esta lente, antes de comprar minha D90! (risos) Apesar de seu range limitado, ela tem todos os motivos para ser adorada: Contraste perfeito, nitidez soberba, saturação no ponto, rapidez de foco… É a lente dos sonhos, para se ter por toda a vida! Apesar de ter essa única lente para uso, na época, eu não arrependia nem um pouco: Curtia tanto usá-la, que não sentia falta de uma lente zoom, por ser perfeita para retratos e fotos de corpo inteiro com desfoque suficiente para sumir ou criar um efeito bonito com o fundo! A não ser que você tenha dinheiro suficiente para comprar uma Nikkor 50mm f/1.4G AF-S, é altamente recomendada!

D90 com 50mm (1/50, f/1.8, ISO 6400)

Prós

- Rapidez de foco;

- Grande abertura ideal para fotografia noturna;

- Nitidez soberba, até na abertura máxima;

- Não possui algum tipo de distorção sequer;

- Desenvolvida para ser usada tanto em câmeras com fator de crop quanto em câmeras full frame;

- Uma ótima distância mínima de foco (22cm, no manual)  – perfeita para fotos close-up;

- Compacta – Tão compacta que você nem sentir que ela está acoplada em sua câmera;

- Construída com anel de abertura – Ideal para câmeras analógicas manuais, onde é possível ajustar a abertura somente na lente;

- Barata, muito barata – Atualmente uma 50mm f/1.8 da nikon não sai por mais de 380 reais, nova! Fora as usadas em que você pode encontrar por ótimo estado por 300 reais ou menos;

- Ótima construção e acabamento bonito – Demonstra ser muito bem feita, apesar do preço!

Contras

- Necessidade de prática no foco – Sabe-se que lente com aberturas demasiadamente grandes são difíceis de focar com sua abertura máxima: Ora você foca no lugar errado, ora seu assunto fica desfocado. Isso é normal, e requer apenas prática. Com os números de ponto de foco das câmeras atuais, isso ainda fica mais fácil, já que você tem a capacidade de poder focar onde quiser. Mas lembre-se: para fotos de retratos, tenha o foco sempre nos olhos, já que são eles que irão enterter o espectador para a visualização do reatrto que você fotografou;

- Falta de motor de foco – Uma péssima notícia para usuários de D5000, D3000 e D3100, já que na abertura máxima, fica quase que impossível efetuar o foco manualmente;

- A chave do anel de abertura desliza facilmente;

- Presença marcante do flare em f/1.8.

Nikkor 18-70mm f/3.5-4.5G ED-IF AF-S DX


Bom, eu usei essa lente por pouco tempo, embora tenha utilizado para alguns trabalhos meus, por ter comprado a 17-55mm f/2.8 3 meses depois (sobre a qual falarei mais adiante). Apesar de ter lido bons comentários sobre ela na internet, confesso que fiquei um tanto desapontado com o seu desempenho. Sua ótica é perfeita: Nítida, pouca vinheta, pouca distorção, baixa aberração cromática em todas as distâncias e ótima para fotos close-up, devido a sua curta distância mínima de foco (36 cm) nos 70mm. Mas não me familizarizei com a baixa saturação e o baixo contraste que ela produz, o que fazia com que minhas fotos saíssem “sem graça”, precisando de muitos ajustes nas edições. E ainda assim, não conseguia o efeito que desejava. Tem um acabamento robusto, que demonstra firmeza na construção da lente.

D90 com 18-70mm (70mm, ISO 6400, 1/80, f/4.5)

Prós

- Nitidez em todas as distâncias e em todas as aberturas;

- Abertura incomum para uma lente zoom grande angular – médio tele, sendo possível usá-la em lugares com iluminação mediana;

- Distância mínima de foco ideal para fotos close-up – Ótimo para fazer fotos splash de uma distância segura e flores;

- Baixa distorção na distância de 30mm em diante;

- bom acabamento para uma lente barata.

Contras

- Contraste e saturação não agradáveis aos olhos – Notem que esta é apenas a minha opinião, por não ter gostado dos resultados da lente. Pode ser que alguém que possua a mesma lente esteja satisfeita com os resultados, mas isso varia de pessoa para pessoa;

- Lentidão no foco;

- Pode não funcionar corretamente em câmeras full frame;

- Não encontra a foco em áreas escuras ou com pouca iluminação.

Nikkor 17-55mm f/2.8G ED-IF AF-S DX


Sabe aqueles fatos em que você sabe que irá correr riscos, mas no final, não se arrepende de nada? Essa é mais ou menos a minha estória com a 17-55mm f/2.8. Eu estava juntando um dinheiro para comprar uma lente que valesse cada centavo, pois, como já disse aqui, eu não sou rico, então cada centavo meu é bem valorizado (risos). A primeira lente que me veio a cabeça fora a 24-70mm f/2.8 – uma lente perfeita e apaixonante, por sinal – mas aí eu pensei:

Bom, eu tenho uma D90, que é uma câmera com fator de crop de 1,5x. Então uma 24-70mm se transformaria em uma 36-105mm, o que não seria aproveitável para mim, já que preciso de uma grande angular para fazer ensaios de bandas.

Só que aí surgiria uma dúvida: Qual lente comprar?

Queria uma lente que fosse muito bem construída, que eu pudesse usar por muito e muito tempo, pois não queria trocar de lente daqui a 3 meses, então as lentes das marcas tamron, sigma, tokina foram descartadas (apesar de gostar de muitas lentes dessas marcas em particular, queria uma lente que não apresentasse defeito de fabricação e que me mostrasse confiança). Foi aí que pensei na 17-55mm f/2.8. Não havia outro jeito. Aproveitei que um rapaz estava colocando a lente a venda no orkut, aqui no Rio de Janeiro, e não pensei duas vezes. Peguei todo o meu salário dos meus 3 meses de trabalho e fui pegar a lente. E não me arrependo em um pouco! É uma lente que não sai da minha câmera, pau pra toda obra, sem chiar ou tremer na base. Infelizmente vendi minha 50mm f/1.8, pois ela não tinha mais utilização para mim. A 17-55mm sabe exatamente do que eu preciso: Rapidez, nitidez e fotos bem saturadas e contrastadas. Até partir para uma câmera full frame, eu estou muito feliz com ela!

D90 com 17-55mm (17mm, ISO 3200, 1/25, f/2.8)

Prós

- Rapidez no foco – Quando eu digo rapidez, é rapidez mesmo!

- Nitidez em quase todas as distâncias e aberturas;

- Contraste e saturação perfeitos;

- Acabamento perfeitamente construído – A 17-55mm f/2.8 é uma lente selada contra areia e água, então já se sabe o que  esperar de sua construção;

- Abertura contínua para todas as distâncias;

- Ótica livre de aberrações cromáticas gritantes e vinhetas;

- Baixa distorção!

Contras

- Flare em f/2.8 – pouco notável, nada preocupante;

- pequena falta de nitidez em 55mm f/2.8 – Nada alarmante, uma edição pode resolver esse problema.

- Anel de zoom próximo a câmera – Eu não entendi o porquê da Nikon fabricar uma lente com o anel de zoom tão pequeno, e próximo ao corpo da câmera, o que dificulta um pouco sua movimentação… Para piorar, em contrapartida, o anel de foco manual é exageradamente grande, o que pode ocasionar esbarros no foco, caso sua mão seja tão grande quanto a minha! Mas é uma questão de costume.

Bom, por hoje é só, pessoal! Fiquem ligados no meu blog, pois em um outro dia eu postarei o terceiro e último post, com dicas sobre flashes e outros acessórios fotográficos que eu uso, além de dicas sobre outras marcas também! Não percam!

OBS¹: Todas as imagens, com exceção das imagens das lentes,  são de minha autoria e possuem direitos autorais. Portanto, não as utilizem sem a minha permissão, ok?

OBS²: Todas as imagens estão disponíveis em maior visualização. É só clicá-las!

 

Beijos e abraços a todos!

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