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Posts Tagged ‘photography’

Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Esse mês eu tenho mais um post, mostrando um pouco do trabalho, atualizado, para que vocês possam apreciar. Sintam-se a vontade para criticar ou enviar sugestões de editoriais e ensaios!

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Agradeço a todas as equipes que me ajudaram até esse momento a melhorar o meu portfolio Com certeza a evolução vem com a prática, e foi isso que percebi com os meus trabalhos, que eles mudaram de conceito de acordo com o tempo, e isso é muito bom!

Todas as fotos possuem direitos autorais, portanto, não as utilizem sem a devida autorização, ok?

Espero que gostem!

 

beijos e abraços a todos!

 

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Olá pessoal, tudo bem com vocês! Espero que tenham se recuperado do carnaval e estejam estudando cada vez mais sobre fotografia, como eu! (risos)

Antes de começar um novo post, quero salientar que esse mês meu blog comemorou aniversário de 1 ano (20 de fevereiro), com mais de 10.000 visitantes, com a marca recorde de 213 visitantes em um único dia e mais de 2500 visitantes somente nesse mês. É com um enorme contentamento que aviso isso a vocês, pois vocês foram e são os principais responsáveis pelo sucesso do blog nos sites de busca e nas redes sociais. Vocês que me motivam a escrever cada vez mais. Espero que assim seja até onde eu puder e meu conhecimento também (risos).

Bem, hoje eu trago para vocês mais um review. Adquiri há pouco tempo um refletor portátil (conhecido mundialmente como beauty dish) como um acessório que seria usado para um editorial que havia em mente. Minha intenção era fazer fotos com uma textura de iluminação parecida com a de Steven Klein, mas com a minha “assinatura”. Então resolvi comprar um para saber como funcionaria. Para o uso desse acessório, é necessário um adaptador para o seu respectivo flash, e que também é vendido pela mako, para os vários tipos de flash mais conhecidos do mercado.

Refletor e adaptador em conjunto. (Fonte: http://www.mako.com.br)

Um pequeno problema é que, dependendo do tamanho da cabeça do flash que você possuir, pode ser que o adaptador não se encaixe perfeitamente em um flash diferente que você possua, sendo necessário comprar um outro adaptador. Eu, por exemplo, possuo dois flashes, o SB-600 e o SB-28, este último com a cabeça um pouco maior. Comprei o adaptador para o SB-600. A razão é simples: Na loja onde comprei, eles me disseram que o adaptador para o SB-28 não saía com frequência de estoque, por isso eles não o vendiam. Até entendi o motivo, já que o SB-28 é um flash muito antigo e que deve ser pouco usado por consumidores nikon, até por ser defasado e descontinuado.

O adaptador possui uma construção com material emborrachado, para que este se encaixe no flash com mais facilidade. Já o refletor possui a sua construção em liga leve de alumínio, pintado em duas cores: branco na parte interior (para uma maior concentração de luz refletida) e preto na parte exterior. O bloqueador circular que fica na parte interior do acessório e na frente da luz do flash é feito também em alumínio, um pouco mais reforçado. Ambos são frágeis. O adaptador escorrega com facilidade em movimentos bruscos ou com a cabeça do flash virada para baixo, já que o peso do acessório causa uma força ao adaptador. Já o refletor é feito de material muito leve e que pode ser facilmente danificado caso caia no chão ou sofra alguma batida. Por isso, todo cuidado é pouco.

Pois bem, montei o adaptador no SB-600 e encaixei o refletor nele. Com o flash acoplado na câmera, a sensação é de um grande peso desnivelado, até porque estava montado na minha D90 (sem grip), então o peso tende a “tombar” para o flash com o acessório. Já ouvi relatos de que muito peso em flash acoplado na câmera pode fazer com que a sapata se desprenda desta. Para que isso não aconteça, mantenha sempre sua câmera na posição horizontal, e nunca virada para baixo. Para fotos verticais, segure com uma das mãos o flash, assim o peso se equilibrará. Acessório encaixado, e eu pensei da 17-55mm f/2.8 ser capaz de causar sombras na parte inferior da foto, devido ao seu diâmetro (77mm). Mas isso não aconteceu. Acredito que para lentes de diâmetros maiores isso possa ser um problema.

Agora vamos aos testes.

Para quem não sabe o que é ou como funciona um Beauty dish, aqui vai uma explicação bem simples: A luz do flash bate no bloqueador circular, fazendo com que ele distribua a luz para o resto do refletor, resultando em uma iluminação muito mais difusa e mais bem distribuída, livre de highlight spots (pontos de iluminação concentrada), caso que poderia acontecer  com o flash sem nenhum tipo de acessório ou em conjunto alguns tipos de modificadores de luz, onde o ponto central possui uma iluminação mais concentrada. Você pode perceber isso quando tirar fotos com sombrinhas difusoras, por exemplo. Por isso, o beauty dish é extremamente recomendado para fotos de beleza e retratos, mas também pode servir muito bem para fotografia de ambiente e como um fill flash, acompanhado de um flash principal, para a amenização de sombras.

Perceba nesta foto a ausência de highlight spots e uma distribuição homogênea da luz para todo o enquadramento, sem o aparecimento de sombras ao fundo. (Clique na foto para melhor visualização)

Além disso, para fotos de corpo inteiro, você tem um enquadramento com sombras demasiadamente leves, quase imperceptíveis e que são apenas realmente visíveis quando você aproxima o assunto para alguma superfície plana, como uma parede branca, por exemplo, ou quando você fotografa com o flash embutido na câmera, já que existe um pequeno ângulo de inclinação da luz para o assunto, criando uma “sombra envolvedora”. Com o assunto distante dessas superfícies ou com o flash posicionado inteiramente de frente, a presença de sombras na foto é praticamente imperceptível.

Acima, duas fotos: A esquerda, com a modelo distante do fundo, sem sombras visíveis; A direita, com a modelo encostada no fundo, com uma sombra leve causada pela inclinação da luz do flash acoplado na sapata da câmera. (clique na foto para melhor visualização)

Talvez o que eu tenho mais estranhado no resultado deste acessório é a presença de vinhetas claras. Como eu expliquei, o bloqueador faz com que a luz seja distribuída para o resto do refletor. Ou seja, o refletor faz com que a luz seja equilibradamente distribuída para uma CERTA parte do quadro, limitando seu alcance. Por exemplo, em 55mm pode não ser perceptível, pois é um enquadramento mais fechado, onde o acessório é capaz de preencher. Enquanto que, em 17mm, o efeito das vinhetas claras já é mais evidente, devido ao tamanho do acessório, o que limita sua distribuição homogênea de luz. Em alguns casos não é algo tão evidente, mas para retratos com grande-angular e próximas a parede, o efeito é bastante visível.

Bom, é isso pessoal! Comentem, discutam, façam reclamações, sugestões… o blog é feito especialmente para vocês!

Aqui vão mais algumas fotos do editorial que fiz com esse acessório:

Todas as fotos estão disponíveis em uma resolução maior, é só clicá-las para melhor visualização. Todas as fotos possuem direitos autorais. Não as usem sem a minha devida autorização, ok?

Beijos e abraços a todos!

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Olá pessoal, uma boa tarde para todos!

Me desculpem pela demora em escrever um post novo… Mas é que eu estava sem idéias para serem postas aqui… até que lembrei que não encontramos muitas coisas básicas (e em português) sobre o Photoshop e suas ferramentas.. então hoje decidi escrever sobre isto, utilizando de exemplos que podem auxiliá-los a melhorar o uso! Explicarei cada função das ferramentas que nós, fotógrafos, mais usamos ou precisamos usar. Todas as ferramentas aqui citadas estão presentes nas versões CS do Photoshop (CS2, CS3, CS4 e CS5), que são os que eu já usei e que uso atualmente. Todos em inglês.

Para que você use as ferramentas com mais eficiência e sem se preocupar em errar, é necessário que duplique a camada, ou melhor, duplique a foto, pois assim você é capaz de usar a máscara de camada sem se preocupar em “Rasurar” a foto original, caso queira retornar de algum parâmetro aplicado que seja desnecessário ou não lhe agrade.

Layer Mask: O Layer mask (ou máscara de camada) é quase que uma obrigação de uso. Simplesmente pelo fato de você poder corrigir pontos específicos da foto em conjunto com ferramentas que corrigem a foto por inteiro. Ela funciona de duas formas: Com a máscara de camada branca (normal) você aplica os efeitos desejados em toda a foto e apaga -com a borracha- o efeito em uma parte em que queira que permaneça “intacta”. Com a máscara de camada negra (invertida), você faz a foto voltar ao normal, como se os efeitos não tivessem sido aplicados e, com o pincel, seleciona as partes da foto em que deseja que o efeito seja mantido.  Um exemplo: Há um estouro de branco em uma parte da foto e você não gostou. Vá até a ferramenta Shadows/Highlights (a qual explicarei sua função mais adiante), e depois aplique a máscara de camada. Ao invertê-la, toda a foto volta ao normal e, com o pincel, você é capaz de acionar o efeito da ferramenta nas partes em que você acha necessário.

Spot Healing Brush tool e Healing Brush Tool – Talvez seja as ferramentas “Queridinhas” dos fotógrafos. Sua função é retirar as manchas presentes no rosto ou no corpo do modelo, assim como alguns pontos indesejáveis no restante da foto. Ele simplesmente copia uma parte da área próxima do ponto selecionado a ser retirado e o transpõe para este. Assim como toda ferramenta do photosohop, ela é totalmente customizável, podendo modificar a opacidade, a dureza e o raio da área a ser copiada. Atenção para alguns pontos desta ferramenta: Ela não funciona muito bem se usada próxima a arestas, pois ela pode acabar copiando uma parte desta, algo que você pode não querer. Neste caso, a melhor ferramenta a ser usada é a Patch Tool (a qual explicarei mais adiante). Outro ponto a ser falado é com questão a manchas muito pequenas. Para para que o trabalho seja feito com cautela e precisão, nestes casos, é necessário que o zoom da imagem seja algo em torno de 200% ou mais, se necessário. Veja no exemplo dado a diferença na testa da modelo, após o tratamento. (Clique na imagem para melhor visualização)

Patch Tool – Esta ferramenta é comumente usada para clonar uma parte da foto e transpô-la para um outro lugar que você queira. Você pode usá-la de duas formas: No modo “Source”, você escolhe a área que deseja clonar e a carrega até o local desejado. Já no modo “Destination” você escolhe a área a ser modificada e carrega a seleção até um local onde seja compatível (uma seleção continua no mesmo lugar, sendo possível visualizar a modificação). Parece uma ferramenta simples, mas o grande barato está no fato dela clonar a área desejada e adequá-la de acordo com as cores e os tons do destino desejado, sem deixar artificial, e o melhor: Você escolhe a área a ser copiada, e não funciona como algo totalmente automático, tendo mais chances em obter o resultado que você deseja, sem errar muitas vezes. É altamente eficiente para retirar olheiras e grandes manchas na pele. Atente nas olheiras da modelo no exemplo abaixo, e como elas ficaram após o uso dessa ferramenta. (Clique na imagem para melhor visualização)

Clone Stamp Tool – É interessante perceber como as algumas ferramentas do photoshop parecem ter a mesma função, mas funcionam diferentemente umas das outras. O clone Stamp Tool pode funcionar da mesma forma que as ferramentas anteriores, mas ele é mais preciso para backgrounds homogêneos, ou seja, locais da foto onde não tenham tantos detalhes, como um fundo branco ou de qualquer outra cor onde tenha uma pequena mancha que precisa ser retirada, por exemplo, e locais onde tenha muitas informações parecidas umas com as outras. Também é indicado para olheiras, pois ao escolher um área clara da pele, diminuindo a opacidade da ferramenta, é capaz de deixá-la clara, sem parecer artifical. Veja no exemplo abaixo como o Clone stamp tool pode ser usado: as pessoas ao fundo da praia distrairiam a atenção do observador. Então usei-o de forma a eliminá-los totalmente da foto. (Clique na imagem para melhor visualização)

Shadows/Highlights – Sua foto está muito branca ou muito escura? Com esta ferramenta, é possível recuperar que foram expostas erroneamente, ou áreas específicas da foto que estão claras ou escuras demais. Para isto, é necessário que a foto esteja no formato .RAW ou .TIFF. pois são tipos de arquivos de imagem que retém mais informações nas áreas mais claras ou mais escuras de uma foto, produzindo menos ruído. Tente não exagerar corrigindo as sombras e os estouros, pois a foto pode acabar se tornando artifical demais e com excesso de ruído. Em conjunto com a máscara de camada (layer mask) é uma poderosa ferramenta de correção, sendo possível corrigir partes específicas, e não a foto ao todo, como já havia citado. No exemplo abaixo, eu corrigi apenas um pequeno estouro na blusa e no rosto da modelo (clique na imagem para melhor visualização):

É isso galera! Fiquem ligados pois no próximo post irei explicar mais sobre as outras ferramentas do Photoshop. Não deixem de comentar, sugerir, reclamar, pois o blog é feito especialmente para vocês!

Espero que tenham gostado! Beijos e abraços a todos!

 

 

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