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Olá Galera, tudo bem com vocês?

Sei que estou devendo satisfação a vocês, que seguem o meu blog constantemente e, mesmo sem atualizações durante esses dois anos, ainda vêm aqui para tirar suas dúvidas… acontece que muuuita coisa rolou durante esses dois anos em que eu estava sem atualizá-lo… trabalhos, problemas pessoais, falta de tempo, compromissos, família…. mas agora voltei com força total e prometo a vocês atualizá-lo com frequência e responder a todas as suas dúvidas! 😀

Hoje iremos falar de um assunto muito importante para quem não quer apenas ser mais um fotógrafo no mundo, que quer correr atrás dos seus sonhos e conseguir grandes trabalhos como muitos fotógrafos que temos como inspiração para fazer belas fotografias: A montagem e o envio de um portfolio.

Bom, antes de começarmos a reunir as melhores imagens, vamos pensar em 3 importantes questões envolvendo 3 palavras: “Quem”, “Como” e “Quando”.

O “Quem” está atribuído ao seu público alvo: Para o que ou quem está direcionado suas fotografias? Quem você deve/quer atingir com o seu portfolio? Quem você acha que são ou devem ser os seus clientes?

O “Como” está atribuído a forma de envio do seu portfolio. É um cliente que possui uma loja física ou apenas um site? Fica muito distante de onde estou ou posso me locomover até ele? É melhor uma conexão pessoal entre eu e o cliente ou posso resolver tudo por e-mail?

O “Quando” está relacionado ao tempo em que você realmente deve montar e/ou mandar o seu portfolio. Estou confiante? Tenho muitos trabalhos a serem adicionados ou ainda preciso fazer mais? está perfeito para os clientes para quem quero enviar/mostrar ou preciso fazer trabalhos melhores? Quais é o nível de excelência dos profissionais que trabalham ou trabalharam com os clientes que quero atingir? Quais são as suas exigências com relação ao portfolio?

Essas perguntas vamos responder com o andar do texto. Para isso, vou começar com a montagem do portfolio e depois respondendo as questões que envolvem essas 3 palavras, para sanarmos todas as dúvidas possíveis.

Vamos começar escolhendo as melhores imagens do seu acervo. Para isso, você deve montar em sua mente um critério de excelência. Você pode fazer isso sozinho, contar com a ajuda de um profissional da área que você quer atuar ou já atua ou de alguém mais experiente no quesito.

No meu caso, eu contei com a ajuda de um amigo que é expert no ramo da moda (já que eu trabalho com fotografia de moda) e que entende demais sobre direção de arte. O que ele me pediu para que eu fizesse: Escolhesse as 30 melhores fotos do meu acervo e, dessas 30, simplificasse em 12 fotos que iriam para o material. Ele escolheu as 12 fotos que ele achou que seriam as melhores e eu, outras 12. Depois disso, comparamos as fotos que coincidiram com a escolha de ambos e demos justificativas do porquê tal foto deveria entrar ou não. Por fim, criamos a sequência delas, para saber quais deveriam estar entre as primeiras, as últimas e as que deveriam estar no meio.

Agora você deve estar me perguntando: “Porquê apenas 12 fotos?”. Bom, o motivo é simples: Um portfolio deve ser sucinto, claro e objetivo. Você não precisa colocar tantas fotos para mostrar o quão talentoso você é; O fato de ter poucas fotos é justamente para que o cliente tenha a vontade de querer ver mais trabalhos seus (caso ele realmente goste), atiçar a curiosidade de querer visitar seu site e/ou sua página no facebook e também para que não fique chato e massante de se visualizar. Lembre-se que o cliente também possui seus horários e compromissos e ver um portfolio com mais de 12 fotos pode não caber na sua agenda. Conquiste-o pela qualidade, e não pela quantidade.

A sequência das fotos no seu portfolio também é um fator fundamental para criar impacto do início ao fim. Tenha sempre em mente o objetivo de querer o surpreender o cliente até o final. O usual é sempre colocar as 4 melhores entre as primeiras, as 4 medianas no meio e outras 4 melhores entre as finais. Não esqueça também de adicionar duas páginas extras, uma apenas com a sua logo no começo ou na capa e outra com as formas de contato (dois telefones, um e-mail  e um site são suficientes).

Depois das fotos selecionadas e sequenciadas, você pode compactá-las de duas formas: uma, é imprimindo-as e organizando-as em um álbum ou uma pasta portfolio; e outra é convertendo-as em conjunto para o fomato PDF. Se você preza por um material de qualidade, a melhor opção (mas também a mais cara) é comprar um portfolio montado através de laboratórios fineart, que confeccionam a pasta e imprimem as fotos com uma qualidade impecável. O laboratório mais conhecido do Rio de Janeiro que faz esse tipo de serviço é o imagem impressa. com um serviço totalmente personalizado e atencioso. Uma excelente opção para quem procura agências de fotógrafos de moda e grandes empresas de moda, onde são mais exigentes.

Outra forma de imprimir as suas imagens é através de sites especializados em álbuns, como o digipix ou o indimagem. Apesar de ser uma opção bem mais barata do que os laboratórios de fineart, existem várias desvantagens, como a demora na entrega do álbum, a diagramação por sua conta (podendo o pedido voltar devido aos erros de diagramação, para quem não está acostumado) e a impressão em papel fotográfico, gerando contraste e falta de definição.  Se você quer apenas mostrar seu trabalho para clientes comuns (como os clientes de eventos, como festas e casamentos) e se você não é exigente com o tipo de impressão, esta pode ser uma ótima escolha.

Por fim, Se você não possui muita grana, você pode pedir para imprimir suas imagens em um laboratório de impressão comum, em papel fotográfico, sequenciadas em uma pasta portfolio comum, comumente vendida em armazéns. O custo é baixo, mas é a opção menos aconselhada, por não ser tão bem apresentável para clientes mais importantes. O meu conselho é sempre investir em algo que impressione. Por mais que o seu trabalho seja de altíssima qualidade, de nada adiantará se a sua apresentação pessoal e profissional na hora de uma reunião não estiver a par. Infelizmente o mercado age dessa forma.

Se os clientes a quem você quer atingir não residem na sua cidade ou no seu estado e não for viável financeiramente você ir até eles ou imprimir suas fotos e criar uma pasta física, é comum enviar o portfolio via e-mail ou mostrar seu portfolio via tablet para os clientes por formato PDF. Você pode criar arquivos em PDF através do pdf Creator (em inglês). Use esta opção em última instância, pois clientes ocupados geralmente não possuem tempo para visualizar e analisar e-mails. Aconselho mandar via correios até o endereço sede dos clientes. Além do portfolio físico ser ainda a melhor forma de visualização, o fato de você ter tido o “trabalho” de mandar o seu material físico até eles, farão com que eles tenham o favor (pra não dizer obrigação) de visualizá-lo, pelo esforço de enviar algo tão caro e único até eles. Os clientes que entendem do assunto sabem que não é barato desenvolver e confeccionar um portfolio impresso.

Pronto. Seu portfolio está pronto, as fotos foram selecionadas, sequenciadas e impressas em uma linda pasta. Mas e agora, para quem realmente mandar?

Confesso que na primeira vez que li algo sobre o assunto na internet, há alguns anos atrás, eu fiquei me perguntando: “cara, mas para quem realmente eu deveria mandar meu material?”

A resposta vem em forma de uma pergunta: Qual ramo da fotografia você almeja sucesso no mercado? 

Se o seu ramo é casamento, festas de aniversário e afins, os clientes comuns são o seu meio de conseguir visualização e trabalho.

Se o seu ramo é a moda, como o meu, invista em agências de fotógrafos, como a ABÁ MGTa BeSociety, para revistas de moda conhecidas nacional e internacionalmente (Aposte também nas revistas independentes, para que seu trabalho esteja sempre visível), para blogs de moda (que normalmente aceitam trabalhos para serem publicados) e para lojas de roupas conhecidas e desconhecidas.

Se o seu ramo é fotojornalismo, aposte nos jornais e nas agências que fornecem as imagens fotojornalísticas para os principais veiculos de comunicação nacionais e internacionais, como a getty images e a Futura Press.

 Viu? são inúmeras as possibilidades.

Mas, antes de sair escolhendo as suas melhores fotos e mandando para todos os clientes possíveis, leve em consideração a palavra “Quando”, citada lá em cima, no começo do texto: Quando eu devo realmente montar e mandar o meu portfolio?

E a resposta é simples: Quando você estiver preparado.

Antes que você me xingue (risos), tenha em mente que fazer uma fotografia apenas por fazer não te fará um excelente profissional. Sendo assim, estude, pratique, pratique e pratique quantas vezes for necessário. Veja as fotografias dos profissionais que estão no lugar que você deseja estar. Veja o que eles têm de tão especial para estarem ali. Se analise, Se concentre nos seus trabalhos, dê o melhor de si e não se abale com os “nãos” da vida. Se atualize (sempre levando em consideração que “quantidade nem sempre significa qualidade”), se supere sempre e, assim que você estiver preparado, você poderá montar o seu melhor portfolio possível, só esperando a oportunidade passar pela sua porta e, claro, tentando fazer sempre melhor do que antes, com humildade e dedicação.

É isso pessoal! Ah, e para quem está curioso em ver o meu portfolio, aqui estão as fotos que o compõem (Clique nas fotos para melhor visualização):

 


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Para verem outras fotos dos meus trabalhos, visitem minha página no facebook: Gustavo Paixão Fotografia!

É isso pessoal! Espero que tenham gostado e, como sempre, não esqueçam de mandar suas dúvidas, reclamações e sugestões. O blog é feito especialmente para vocês!

Beijos e abraços a todos!

Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Esse mês eu tenho mais um post, mostrando um pouco do trabalho, atualizado, para que vocês possam apreciar. Sintam-se a vontade para criticar ou enviar sugestões de editoriais e ensaios!

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Agradeço a todas as equipes que me ajudaram até esse momento a melhorar o meu portfolio Com certeza a evolução vem com a prática, e foi isso que percebi com os meus trabalhos, que eles mudaram de conceito de acordo com o tempo, e isso é muito bom!

Todas as fotos possuem direitos autorais, portanto, não as utilizem sem a devida autorização, ok?

Espero que gostem!

 

beijos e abraços a todos!

 

Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Eu sei, eu sei… Sei que estou sumido há um bom tempo e a um tempo que eu não atualizo meu blog! Me perdoem, mas foi por uma boa causa! Graças a Deus eu tenho trabalhado bastante, e isso tem consumido demais o meu tempo, me impossibilitando de escrever os textos gigantes que disponibilizo aqui para vocês (risos). Mas hoje eu resolvi tirar um tempo para escrever sobre minhas novas aquisições: 2 flashes portáteis da Yongnuo que tem feito bastante sucesso por entre os fotógrafos amadores… e profissionais também: Os YN-560.

O Yongnuo YN-560 talvez tenha essa repercussão toda por 3 palavras que o define muito bem: Praticidade, potência e acabamento.

Após todos os testes possíveis que eu poderia fazer com os flashes, eu resolvi escrever esse review para vocês, detalhado e bem explicado, para que vocês possam tirar todas as suas dúvidas.

 

O flash veio dentro da caixa, com manuais, o mini suporte, e com a bolsa de veludo (muito bonita por sinal). Sem nenhum tipo de defeito de fábrica, com todos os controles funcionando perfeitamente, e sem nenhum tipo de componente mal acabado ou construído. Tudo nos conformes. O manual vem em duas línguas: Chinês e inglês (mal escrito, por sinal), mas é de fácil entendimento para quem não entende muito bem as duas línguas.

Quando o peguei na mão, eu senti a mesma coisa que senti quando peguei o Cactus V5. A evolução que sinto no acabamento e na construção desses acessórios, assim como o tipo de material usado para tal, é absurda. Essa não era a primeira vez em que eu havia usado um flash portátil da Yongnuo. A minha primeira experiência foi com o YN-465, e o meu principal medo era de que ele poderia se esfarelar em minha mão ou no tripé a qualquer momento toda vez em que eu o movia de um lado para o outro. A cabeça do flash “craquelava” toda vez que eu o movia. Ainda assim, ele funcionava perfeitamente, sem falhar uma única vez, embora não fosse tão potente quanto o YN-560. Não senti esse desleixo na construção do YN-560 uma única vez, muito ao contrário. É robusto e confortável, além de transmitir confiança, segurança. Até a porta do compartimento das pilhas dá uma sensação de confiabilidade, de que não vai se abrir a qualquer momento.  Posso dizer que, em termos de construção, ele se comporta melhor do que o antigo flash da nikon que eu possuo, o SB-28 (lógico que a diferença de idade de lançamento ultrapassa 10 anos, mas sabemos que a nikon é uma marca renomada e que poderia construir um flash com um “corpo” mais confiável).

Além disso, ele também possui entrada para cabo de sincronismo e para carregador, ótimo para quem trabalha em estúdio!

Bom, passado o momento de “vislumbre visual”, encaixei as pilhas recarregáveis da Sony no compartimento e o liguei. O flash demora um pouco mais de um segundo para ligar: Você tem de manter o botão de ligar/desligar pressionado e esperar todas as luzes acenderem para saber que ele está ligado ou desligado, e isso é chato, demorado. Mas não é algo de grande incômodo, se você não for um cara extremamente apressado (risos). Após ligá-lo, esperei o flash carregar toda a sua potência (1/1) e comecei a fuçá-lo antes de fazer ele sofrer. Os controles são de fácil entendimento. Eu pensei que iria sentir falta do painel digital, mas não senti, mesmo que não haja uma forma de calcular o número-guia no próprio, como acontece com o meu SB-28, onde eu informo a potência, a abertura e o ISO usados e ele automaticamente já me dá o número guia, em metros ou em pés. De qualquer forma, no manual existe uma tabela com os números-guia para cada distância de propagação da luz do flash usada.

O uso de cada função do flash é bem simples. Nos controles de Zoom, você ajusta o ângulo de propagação da luz (de 24 até 105mm); no botão Sound, você liga ou desliga o som que o flash faz toda vez em que este está carregado e pronto para ser disparado novamente (Muito útil por sinal); Já os botões centrais, de direita/esquerda/cima/baixo, ajustam a potência e também realizam micro ajustes. Por exemplo: Ao apertar os botões direito/esquerdo, você ajusta a potência em cargas inteiras, como 1/1, 1/2, 1/4, até 1/128; Já ao apertar os botões cima/baixo, você realiza micro ajustes na potência em questão. Funciona como uma compensação de exposição, função que existe em uma câmera. Por exemplo: se você acha que a potência de 1/2 não é suficiente para o que você quer, mas acha que 1/1 seria potência demais, você pode realizar micro ajustes, que aumentam a a potência em pequenos valores, como + 0,2, +0,4, +0,6 ou +0,8. Para cada potência, você tem a opção de 4 micro ajustes, para mais, e 2 micro ajustes, para menos. Interessante, não?

Agora vamos aos testes sobre a performance do YN-560.

Antes de tudo, Devo esclarecer uma coisa: O YN-560 é um flash temperamental. Então você deve ter paciência com ele. Muita. Explicarei mais adiante sobre isso.

Ao ligá-lo para disparar, já o submeti ao teste extremo de tortura. Coloquei na potência máxima, em 105mm, e mandei ver. É incrível a velocidade de recarga do flash na potência máxima, que varia entre 2 e 3 segundos (No manual eles estipulam um tempo entre 3 e 4 segundos, mas consegui um tempo menor com as pilhas 2100 MaH da Sony, totalmente carregadas – o tempo de recarga é tão que, de acordo com o manual, com pilhas totalmente carregadas, é capaz de se obter 8 fps em uma potência de 1/8). Ainda com a sombrinha soft difusora, em potência máxima e com a abertura em f/16, eu consegui uma distância considerável do objeto, sem me preocupar tanto sobre o objeto estar bem iluminado ou não! Impressionante! Usando os dois flashes em conjunto, eu consegui criar uma explosão nuclear, praticamente (risos)!  Posso dizer que a potência desse flash é suficiente para iluminar uma pessoa em um dia de sol escaldante a uma distância considerável, onde normalmente se usa de f/11 a f/16, ou até menor, dependendo do ambiente.  Ele é, de longe, um dos flashes mais potentes do mercado, perdendo apenas para o novo Canon EX-600. Para se ter uma idéia, enquanto o Nikon SB-910 possui uma potência equivalente a 111 pés em 35mm e em ISO 100, o YN-560 funciona a 127 pés em 35mm e em ISO 100, o que é de fato uma diferença bem considerável e que pode te dar uma potência extra para uma maior distância do objeto, quando necessário.

Mas o que realmente me assustou foi o extremo consumo da bateria. Coloquei um outro set de pilhas totalmente carregadas da philips (2700 Mah) para fazer o teste de duração da bateria, alternando em potências de 1/1, 1/2 e 1/4 e se dei mais de 100 cliques, foi muito. Então prepare seu estoque de pilhas, pois esse flash tem o consumo muito alto. Só na potência 1/1, então…

Agora vamos a maior problemática da estória. Como eu disse anteriormente, o YN-560 é temperamental, até demais. E isso acontece devido a um problema chamado superaquecimento.

Muitos blogs e usuários brasileiros falam que o YN-560 é ótimo, mas não conhecem o problema do superaquecimento por não obterem esse tipo de resultado fazendo testes extremos, como eu fiz, especialmente para relatar a vocês aqui. Eu fiquei extremamente curioso em saber como um flash tão potente não tinha o problema de superaquecimento relatado por usuários brasileiros. Então resolvi fazer o teste por conta própria: Coloquei pilhas totalmente carregadas e comecei a apertar o botão de teste a potência de 1/1 feito um louco. Mal o flash carregava e já estava disparando e, após 19~25 disparos, o flash apitava e simplesmente parava de funcionar, voltando ao normal depois de 3 minutos ou um pouco mais. Em 1/2 também aconteceu a mesma coisa, depois de 36~40 disparos.

Outro caso intrigante foi a demora repentina de recarga do flash em potência 1/4, mas sem que as pilhas dessem um sinal de estarem descarregando por completo. Isso acontece também se você disparar em curtas pausas entre uma foto e outra. Quando fui trocar as pilhas por outro jogo, elas estavam quentes demais. Esperei pelo dia seguinte e recoloquei as pilhas, que estavam funcionando normalmente, sem sinal de descarregamento.

Mas não entrem em desespero: O flash só ficará desse jeito se você disparar feito um louco.  fora isso, ele funciona perfeitamente. Até no sol escaldante ele não deu sinal de superaquecimento. Falo isso pois tive uma péssima experiência com o YN-565EX em uma externa. Neste dia, o calor estava insuportável. Coloquei as pilhas no 565, disparei o flash umas 8 vezes e… ele simplesmente parou de carregar! Depois de 8 minutos, ele voltou ao normal. Embora seja um flash completo, com TTL e painel digital, ele não funciona em outdoors, pois aquece com facilidade. Embora o 560 seja um flash totalmente manual, ele só dará problemas em casos extremos, mas não é voltado para eventos por não ter a função TTL.

Conclusão:

O YN-560 é um flash robusto, durável, prático, eficiente e confiável. Ele é ótimo pelo seu custo-benefício, e é capaz de agradar tanto os profissionais que precisam de um flash potente e de boa qualidade, quanto para os amadores e entusiastas, que precisam de um flash mas que não podem gastar com flashes originais. É incrível como o mercado de produtos genéricos, como Cactus V5 e os flashes da Yongnuo, tem se estabilizado no mercado, agradando aos mais variados tipos de consumidores da área fotográfica, pela evolução de geral de sua qualidade e performance. Isso é um sinal de que temos de parar com o preconceito de que somente os produtos originais são de boa qualidade, atentando as novidades do mercado, que possam ser mais em conta.

Especificações:

Número guia: 58 metros (ISO 100, 105mm)

Modos do flash: S1, S2, M

Zoom range: 24, 28, 35, 50, 70, 80 e 105mm

Energia: 4 baterias tipo AA (Alcalinas, híbridas, ou Ni-Mh podem ser usadas)

Reciclagem do flash: 100 a 1500 vezes (pilhas alcalinas usadas)

Tempo de reciclagem: 3 segundos (pilhas alcalinas usadas)

Temperatura de cor: 5600K

Duração do flash: 1/200s a 1/20000s

Ajuste de potência do flash: 8 níveis de controle de potência (1/128~1/1), 57 níveis de micro ajuste

Entradas externas: sapata, entrada pc e entrada para carregador.

Distância de disparo wireless: 20-30m em estúdio ou um lugar fechado, 10-15m em externa.

É isso aí pessoal! espero que tenham gostado! Fiquem ligados pois essa semana ainda escreverei sobre outros produtos que adquiri durante esse tempo, e postarei mais reviews aqui para vocês!

Beijos e abraços a todos!

Olá pessoal, tudo bem com vocês! Espero que tenham se recuperado do carnaval e estejam estudando cada vez mais sobre fotografia, como eu! (risos)

Antes de começar um novo post, quero salientar que esse mês meu blog comemorou aniversário de 1 ano (20 de fevereiro), com mais de 10.000 visitantes, com a marca recorde de 213 visitantes em um único dia e mais de 2500 visitantes somente nesse mês. É com um enorme contentamento que aviso isso a vocês, pois vocês foram e são os principais responsáveis pelo sucesso do blog nos sites de busca e nas redes sociais. Vocês que me motivam a escrever cada vez mais. Espero que assim seja até onde eu puder e meu conhecimento também (risos).

Bem, hoje eu trago para vocês mais um review. Adquiri há pouco tempo um refletor portátil (conhecido mundialmente como beauty dish) como um acessório que seria usado para um editorial que havia em mente. Minha intenção era fazer fotos com uma textura de iluminação parecida com a de Steven Klein, mas com a minha “assinatura”. Então resolvi comprar um para saber como funcionaria. Para o uso desse acessório, é necessário um adaptador para o seu respectivo flash, e que também é vendido pela mako, para os vários tipos de flash mais conhecidos do mercado.

Refletor e adaptador em conjunto. (Fonte: http://www.mako.com.br)

Um pequeno problema é que, dependendo do tamanho da cabeça do flash que você possuir, pode ser que o adaptador não se encaixe perfeitamente em um flash diferente que você possua, sendo necessário comprar um outro adaptador. Eu, por exemplo, possuo dois flashes, o SB-600 e o SB-28, este último com a cabeça um pouco maior. Comprei o adaptador para o SB-600. A razão é simples: Na loja onde comprei, eles me disseram que o adaptador para o SB-28 não saía com frequência de estoque, por isso eles não o vendiam. Até entendi o motivo, já que o SB-28 é um flash muito antigo e que deve ser pouco usado por consumidores nikon, até por ser defasado e descontinuado.

O adaptador possui uma construção com material emborrachado, para que este se encaixe no flash com mais facilidade. Já o refletor possui a sua construção em liga leve de alumínio, pintado em duas cores: branco na parte interior (para uma maior concentração de luz refletida) e preto na parte exterior. O bloqueador circular que fica na parte interior do acessório e na frente da luz do flash é feito também em alumínio, um pouco mais reforçado. Ambos são frágeis. O adaptador escorrega com facilidade em movimentos bruscos ou com a cabeça do flash virada para baixo, já que o peso do acessório causa uma força ao adaptador. Já o refletor é feito de material muito leve e que pode ser facilmente danificado caso caia no chão ou sofra alguma batida. Por isso, todo cuidado é pouco.

Pois bem, montei o adaptador no SB-600 e encaixei o refletor nele. Com o flash acoplado na câmera, a sensação é de um grande peso desnivelado, até porque estava montado na minha D90 (sem grip), então o peso tende a “tombar” para o flash com o acessório. Já ouvi relatos de que muito peso em flash acoplado na câmera pode fazer com que a sapata se desprenda desta. Para que isso não aconteça, mantenha sempre sua câmera na posição horizontal, e nunca virada para baixo. Para fotos verticais, segure com uma das mãos o flash, assim o peso se equilibrará. Acessório encaixado, e eu pensei da 17-55mm f/2.8 ser capaz de causar sombras na parte inferior da foto, devido ao seu diâmetro (77mm). Mas isso não aconteceu. Acredito que para lentes de diâmetros maiores isso possa ser um problema.

Agora vamos aos testes.

Para quem não sabe o que é ou como funciona um Beauty dish, aqui vai uma explicação bem simples: A luz do flash bate no bloqueador circular, fazendo com que ele distribua a luz para o resto do refletor, resultando em uma iluminação muito mais difusa e mais bem distribuída, livre de highlight spots (pontos de iluminação concentrada), caso que poderia acontecer  com o flash sem nenhum tipo de acessório ou em conjunto alguns tipos de modificadores de luz, onde o ponto central possui uma iluminação mais concentrada. Você pode perceber isso quando tirar fotos com sombrinhas difusoras, por exemplo. Por isso, o beauty dish é extremamente recomendado para fotos de beleza e retratos, mas também pode servir muito bem para fotografia de ambiente e como um fill flash, acompanhado de um flash principal, para a amenização de sombras.

Perceba nesta foto a ausência de highlight spots e uma distribuição homogênea da luz para todo o enquadramento, sem o aparecimento de sombras ao fundo. (Clique na foto para melhor visualização)

Além disso, para fotos de corpo inteiro, você tem um enquadramento com sombras demasiadamente leves, quase imperceptíveis e que são apenas realmente visíveis quando você aproxima o assunto para alguma superfície plana, como uma parede branca, por exemplo, ou quando você fotografa com o flash embutido na câmera, já que existe um pequeno ângulo de inclinação da luz para o assunto, criando uma “sombra envolvedora”. Com o assunto distante dessas superfícies ou com o flash posicionado inteiramente de frente, a presença de sombras na foto é praticamente imperceptível.

Acima, duas fotos: A esquerda, com a modelo distante do fundo, sem sombras visíveis; A direita, com a modelo encostada no fundo, com uma sombra leve causada pela inclinação da luz do flash acoplado na sapata da câmera. (clique na foto para melhor visualização)

Talvez o que eu tenho mais estranhado no resultado deste acessório é a presença de vinhetas claras. Como eu expliquei, o bloqueador faz com que a luz seja distribuída para o resto do refletor. Ou seja, o refletor faz com que a luz seja equilibradamente distribuída para uma CERTA parte do quadro, limitando seu alcance. Por exemplo, em 55mm pode não ser perceptível, pois é um enquadramento mais fechado, onde o acessório é capaz de preencher. Enquanto que, em 17mm, o efeito das vinhetas claras já é mais evidente, devido ao tamanho do acessório, o que limita sua distribuição homogênea de luz. Em alguns casos não é algo tão evidente, mas para retratos com grande-angular e próximas a parede, o efeito é bastante visível.

Bom, é isso pessoal! Comentem, discutam, façam reclamações, sugestões… o blog é feito especialmente para vocês!

Aqui vão mais algumas fotos do editorial que fiz com esse acessório:

Todas as fotos estão disponíveis em uma resolução maior, é só clicá-las para melhor visualização. Todas as fotos possuem direitos autorais. Não as usem sem a minha devida autorização, ok?

Beijos e abraços a todos!

Review: Cactus V5

Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Me desculpem pela demora em escrever mais um post para vocês, mas eu tenho feito muitos trabalhos fotográficos e quando chego em casa ainda tenho de trabalhar mais uma vez, editando fotos! rs.

Hoje apresento a vocês o review de minha mais recente aquisição: O Cactus V5. Vejo como é difícil encontrar reviews pela internet em português. Ou você aprende inglês, ou fica esperando algum comentário de alguém experiente ou se baseia pela compra de terceiros, que as vezes não entendem muito, mas possuem o produto pela simples questão de ter. Eu tento ser o mais completo possível, mesclando linguagem técnica com a informal , para que as pessoas possam tirar todas as suas dúvidas da melhor maneira possível. Por isso estou escrevendo para você sobre o cactus V5, pois sei que esse é um dos melhores radio-flashes do mercado, com a melhor relação custo-beneficio.

O Cactus V5 foi lançado esse ano, e ganhou novas mudanças, que aperfeiçoaram mais sua construção e acabamento do sua performance em si (Que já é de muito boa qualidade desde a época do Cactus V2). Acredito que uma das melhores e mais drásticas inovações no Cactus V5 perante seus antecessores seja o “hibridismo” desse radio-flash: Enquanto que o V4 precisa do transmissor para trabalhar em conjunto com o receptor, o V5 possui os dois gêneros em um modelo só. Ou seja, você pode usar o seu transmissor para trabalhar como receptor e vice versa! a diferença entre o V4 e o V5 você pode ver na foto abaixo:

Comparação entre o os dois últimos modelos: No canto esquerdo, o modelo do Cactus V5; No centro e no canto direito, o transmissor e receptor do Cactus V4, respectivamente.

Mas a questão é: No que isso pode ajudar? Simples. Além de ter a opção de ter um flash funcionando direto da câmera, você pode ainda fazer com que duas ou mais câmeras operem transmissores diferentes, para o mesmo receptor, sem a necessidade de comprar mais um kit. Além disso, existe a possibilidade de conexão de dois flashes em um único receptor / transmissor, com o uso do cabo de sincronismo. São inúmeras as variações de uso desse novo modelo, que vai ao gosto e criatividade de cada um.

Existem outras inovações que também melhoraram o design do V5, que não estão ligadas diretamente a sua funcionalidade, mas sim a segurança e ao conforto.

Eu tenho os dois modelos do Cactus, o V4 e o V5. A primeira vez que usei o V5, a primeira palavra que veio a minha mente foi “segurança”. Pesado, robusto e bonito, o V5 possui um acabamento que dá mais credibilidade ao produto, um ponto em que os criadores do Cactus focaram com vigor.  Apesar de ainda ser feito em material plástico, a dureza do material mostra que o material escolhido para acomodar os compartimentos foi feito e construído com muito mais cuidado e precisão do que o V4, que dava a sensação de que iria “quebrar” em sua mão a qualquer momento.

O compartimento para as baterias também sofreu uma drástica mudança. No V4, as pilhas deveriam ser colocadas na parte inferior, ou seja, na parte que ficaria para baixo. O acabamento frágil fazia com que a tampa do compartimento saísse junto com as pilhas em um simples esbarro. Já perdi a conta de quantas vezes eu fiquei procurando a tampa do receptor e as pilhas…

No Cactus V5, a estória muda: O compartimento se aloja na parte de trás do modelo, e não embaixo (vide foto abaixo). Para abrí-lo, simplesmente “empurre” a porta do compartimento das baterias e retire a capsula para colocá-las. Depois é só empurrar novamente até o fundo, sem se preocupar com a possibilidade de se abrir em qualquer momento, pois ela fica confortavelmente presa no interior. Mais prático que isso, impossível!

Outro ponto a se comentar com relação a segurança do acabamento envolve o flash da Nikon, o SB-600. Eu tinha um grave problema quando o usava em conjunto com um dos receptores do Cactus V4: Pela fragilidade do acabamento deste, O SB-600, mesmo com o lock, não permanecia firme, o que fazia com que ele disparasse sem parar, fazendo-o congelar, tornando impossível o seu controle. Para resolver o problema, eu tinha que retirá-lo da posição lock e do receptor, assim ele voltava ao normal e poderia desligá-lo. Então eu o colocava em outro receptor. Algo que exigia tempo, mesmo que pouco, algo que é crucial em trabalhos fotográficos.  Já com o V5 eu não possuo nenhum problema deste tipo, nem com o SB-600, nem com qualquer outro flash. Fiquei impressionado com o controle de qualidade, algo que não existia no modelo anterior.

Outro fator que achei muito interessante foi a adição de um suporte para o radio flash (vide foto anterior), uma espécie de “pé”, onde pode sustentá-lo num batente, numa cadeira ou qualquer outra superfície plana paralela ao chão. Na verdade, esse tal suporte também serve para qualquer flash, já que ele possui uma entrada de sapata fria. Simples, mas útil.

A qualidade na performance continua a mesma de sempre. Em todos os disparos que já dei, ela não falhou uma única vez, seja com o flash na sapata ou conectado ao cabo de sincronismo (teste feito com transmissor e dois receptores). A duração da bateria é bem satisfatória: já dei mais de 1000 cliques com as pilhas (alcalinas) que vieram com o kit e elas ainda não estão nem perto de se esgotarem.

No entanto, ainda há pequenos pontos que não são graves, mas que podem ser melhorados. O dial para a escolha de um dos 16 canais, que fica no lado direito do radio flash pode ser facilmente movimentado com um simples esbarro e o espaço entre o dial que prende o radio flash e a sapata da câmera poderia ser maior, pois há uma dificuldade de apertá-lo ou soltá-lo para quem possui dedos grandes. Fora isso, nada a reclamar. Para alguns, a incompatibilidade com a função TTL pode ser um problema. Como eu trabalho com a câmera e os flashes  em modo 100% manual, o uso do TTL é praticamente nulo. Mas para quem necessita da função TTL e possui uma verba maior para gastar com radio flash, as melhores opções a seguirem seriam os modelos  Pixel Knight e Pocket Wizard. Tenham em mente que esses modelos citados são difíceis de encontrar no Brasil, são muito caros e que são compatíveis com um número restrito de flashes com o uso da função TTL.

Em suma, o Cactus V5 é uma ótima ferramenta de trabalho, durável e resistente, e que pode te oferecer mais opções e variabilidades de iluminação do que você pensa. Coloque sua prática e sua criatividade em dia e veja que você tem item potente em mãos.

Eis as especificações:

  • Frequência de radio: 2.4GHz;
  • 16 canais selecionáveis;
  • Velocidade de sincronismo suportada: até 1/1000 segundos (varia de acordo com o limite da velocidade de sincronismo da câmera);
  • Compatível com todas e quaisquer cameras DSLR e SLR  com entrada de sapata comum ou saída para cabo de sincronismo;
  • Compatível com flashes portáteis e flashes de estúdio;
  • indicador de bateria fraca;
  • área efetiva de alacance: 100 metros (328 pés);
  • temperaturas aceitáveis: -20°C até 50°C (-4°F até 122°F);
  • Voltagem do flash: até 300V;
  • voltagem da câmera: até 6V;
  • Alimentação: 2 pilhas tamanho AAA 1.5V;
  • porta de conexão: 3.5mm (1/8″) mono mini-phone;
  • peso: 58g;
  • O que vem incluso no kit:
    • 2 transmissores/receptores Cactus V5;
    • 2 suportes (FS-5);
    • Cabo com plug de 3.5mm  (CA-350);
    • Adaptador com plug de 6.35mm  (PA-635);
    • Cabo de cincronismo (CA-100);
    • Quatro pilhas tamanho AAA;
    • Manual do usuário (em inglês).

Onde Comprar:

Atualmente, não há nenhuma loja que venda o Cactus V5 no Brasil. Mas existem vendedores independentes no Mercado Livre que vendem o Cactus V5, trazendo-o do exterior para comercializá-lo aqui. Apesar de ssair um pouco mais caro do que o normal, a entrega é mais rápida do que se pode imaginar. Um dos vendedores que eu recomendo é o Igor Fernando, de São Paulo, e o link para o Cactus V5, vendido por ele, pode ser visto aqui (O link estará disposto até o anúncio ser finalizado, é só procurar pelo mesmo produto pelo sistema de busca do mercado livre e um novo anúncio do mesmo produto pelo mesmo vendedor provavelmente estará lá.). O Igor possui várias qualificações positivas. Comprei o Cactus V5 com ele. No primeiro dia já negociávamos a compra e no mesmo dia a efetuei. No segundo dia depositei o dinheiro e um dia após o depósito o produto, entregue via Sedex, já estava em minha casa. Tirou todas as minhas dúvidas e foi muito paciente. Podem comprar com ele sem medo!

Bom, pessoal, é isso! Espero que tenham gostado deste review e lembrem-se: Fiquem a vontade para fazer perguntas, dar opiniões, sugestões ou reclamações. O blog é feito especialmente para vocês!

Beijos e abraços a todos!

Olá pessoal, uma boa tarde para todos!

Me desculpem pela demora em escrever um post novo… Mas é que eu estava sem idéias para serem postas aqui… até que lembrei que não encontramos muitas coisas básicas (e em português) sobre o Photoshop e suas ferramentas.. então hoje decidi escrever sobre isto, utilizando de exemplos que podem auxiliá-los a melhorar o uso! Explicarei cada função das ferramentas que nós, fotógrafos, mais usamos ou precisamos usar. Todas as ferramentas aqui citadas estão presentes nas versões CS do Photoshop (CS2, CS3, CS4 e CS5), que são os que eu já usei e que uso atualmente. Todos em inglês.

Para que você use as ferramentas com mais eficiência e sem se preocupar em errar, é necessário que duplique a camada, ou melhor, duplique a foto, pois assim você é capaz de usar a máscara de camada sem se preocupar em “Rasurar” a foto original, caso queira retornar de algum parâmetro aplicado que seja desnecessário ou não lhe agrade.

Layer Mask: O Layer mask (ou máscara de camada) é quase que uma obrigação de uso. Simplesmente pelo fato de você poder corrigir pontos específicos da foto em conjunto com ferramentas que corrigem a foto por inteiro. Ela funciona de duas formas: Com a máscara de camada branca (normal) você aplica os efeitos desejados em toda a foto e apaga -com a borracha- o efeito em uma parte em que queira que permaneça “intacta”. Com a máscara de camada negra (invertida), você faz a foto voltar ao normal, como se os efeitos não tivessem sido aplicados e, com o pincel, seleciona as partes da foto em que deseja que o efeito seja mantido.  Um exemplo: Há um estouro de branco em uma parte da foto e você não gostou. Vá até a ferramenta Shadows/Highlights (a qual explicarei sua função mais adiante), e depois aplique a máscara de camada. Ao invertê-la, toda a foto volta ao normal e, com o pincel, você é capaz de acionar o efeito da ferramenta nas partes em que você acha necessário.

Spot Healing Brush tool e Healing Brush Tool – Talvez seja as ferramentas “Queridinhas” dos fotógrafos. Sua função é retirar as manchas presentes no rosto ou no corpo do modelo, assim como alguns pontos indesejáveis no restante da foto. Ele simplesmente copia uma parte da área próxima do ponto selecionado a ser retirado e o transpõe para este. Assim como toda ferramenta do photosohop, ela é totalmente customizável, podendo modificar a opacidade, a dureza e o raio da área a ser copiada. Atenção para alguns pontos desta ferramenta: Ela não funciona muito bem se usada próxima a arestas, pois ela pode acabar copiando uma parte desta, algo que você pode não querer. Neste caso, a melhor ferramenta a ser usada é a Patch Tool (a qual explicarei mais adiante). Outro ponto a ser falado é com questão a manchas muito pequenas. Para para que o trabalho seja feito com cautela e precisão, nestes casos, é necessário que o zoom da imagem seja algo em torno de 200% ou mais, se necessário. Veja no exemplo dado a diferença na testa da modelo, após o tratamento. (Clique na imagem para melhor visualização)

Patch Tool – Esta ferramenta é comumente usada para clonar uma parte da foto e transpô-la para um outro lugar que você queira. Você pode usá-la de duas formas: No modo “Source”, você escolhe a área que deseja clonar e a carrega até o local desejado. Já no modo “Destination” você escolhe a área a ser modificada e carrega a seleção até um local onde seja compatível (uma seleção continua no mesmo lugar, sendo possível visualizar a modificação). Parece uma ferramenta simples, mas o grande barato está no fato dela clonar a área desejada e adequá-la de acordo com as cores e os tons do destino desejado, sem deixar artificial, e o melhor: Você escolhe a área a ser copiada, e não funciona como algo totalmente automático, tendo mais chances em obter o resultado que você deseja, sem errar muitas vezes. É altamente eficiente para retirar olheiras e grandes manchas na pele. Atente nas olheiras da modelo no exemplo abaixo, e como elas ficaram após o uso dessa ferramenta. (Clique na imagem para melhor visualização)

Clone Stamp Tool – É interessante perceber como as algumas ferramentas do photoshop parecem ter a mesma função, mas funcionam diferentemente umas das outras. O clone Stamp Tool pode funcionar da mesma forma que as ferramentas anteriores, mas ele é mais preciso para backgrounds homogêneos, ou seja, locais da foto onde não tenham tantos detalhes, como um fundo branco ou de qualquer outra cor onde tenha uma pequena mancha que precisa ser retirada, por exemplo, e locais onde tenha muitas informações parecidas umas com as outras. Também é indicado para olheiras, pois ao escolher um área clara da pele, diminuindo a opacidade da ferramenta, é capaz de deixá-la clara, sem parecer artifical. Veja no exemplo abaixo como o Clone stamp tool pode ser usado: as pessoas ao fundo da praia distrairiam a atenção do observador. Então usei-o de forma a eliminá-los totalmente da foto. (Clique na imagem para melhor visualização)

Shadows/Highlights – Sua foto está muito branca ou muito escura? Com esta ferramenta, é possível recuperar que foram expostas erroneamente, ou áreas específicas da foto que estão claras ou escuras demais. Para isto, é necessário que a foto esteja no formato .RAW ou .TIFF. pois são tipos de arquivos de imagem que retém mais informações nas áreas mais claras ou mais escuras de uma foto, produzindo menos ruído. Tente não exagerar corrigindo as sombras e os estouros, pois a foto pode acabar se tornando artifical demais e com excesso de ruído. Em conjunto com a máscara de camada (layer mask) é uma poderosa ferramenta de correção, sendo possível corrigir partes específicas, e não a foto ao todo, como já havia citado. No exemplo abaixo, eu corrigi apenas um pequeno estouro na blusa e no rosto da modelo (clique na imagem para melhor visualização):

É isso galera! Fiquem ligados pois no próximo post irei explicar mais sobre as outras ferramentas do Photoshop. Não deixem de comentar, sugerir, reclamar, pois o blog é feito especialmente para vocês!

Espero que tenham gostado! Beijos e abraços a todos!

 

 

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